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domingo, 1 de março de 2015

Análise: Need For Speed: Carbon

Olá, gamers. Hoje trago uma análise de NFS: Carbon. E francamente, não tive uma boa experiência com este game. O considero um dos piores jogos de corrida da era PS2/PC. Veja porque:
Na época que joguei este jogo, peguei a versão PC pirateada. Meu colega havia me dado junto com Most Wanted.
A História:
O jogo apresenta um street racer que entra para uma equipe de rachas. A partir daí, os rachas em equipe começam.

O Jogo:
Carbon dá uma impressão de ser um open-world battle racer, já que durante as corridas, você pode chamar um parceiro para socar na traseira do seu oponente e fazê-lo virar em 180. É bem interessante, porém uma idéia mal usada.

Som:
O som do game é excelente, já que, mesmo em um computador sem SRS/TrueTheater, o game fica perfeito em relação ao áudio.

Análise:
Começo a análise mesmo dizendo que, não gostei do sistema de equipes, principalmente porque a máquina fica usando a técnica de socada toda maldita hora, não tem um período de cooldown. Eu tinha que esperar pelo menos vinte segundos pra usar a técnica de novo. Por isso acho que foi mal feita, já que não havia balanço entre o player e a máquina. Ou seja, acabou ficando ruim por causa disso, apesar de eu tentar compensar o tempo de cooldown batendo eu mesmo na traseira de meu oponente, mesmo assim, não deu. Considerei apelação por parte da máquina, é claro que no mundo dos rachas, nada é justo, mas isso já é exagero.

Análise: Não recomendado! Não pago nem dez reais por este game!

domingo, 7 de dezembro de 2014

Theme Hospital: O Diretor do Hospital é você!(PC(Win), DOS(PC), PSX)

Olá, galera. Tudo certo? Lhes trago mais uma análise. Desta vez de um game bem antigo. Vamos à análise de THEME HOSPITAL.
Theme Hospital é um jogo de construção de hospital produzido pela finada Bullfrog Productions e distribuído pela Electronic Arts(hoje EA Games). O jogo lhe põe no papel de diretor de um hospital e cabe a você construir o mesmo e recrutar funcionários, comprar equipamentos, gerenciar finanças e aquecimento.
Gráficos: Por ser um jogo de 1997, não tem gráficos 3D ou qualquer coisa do tipo, mas mesmo assim, é um jogo bem bonito visualmente falando. Conta com gráficos isométricos bem desenhados.
Gameplay: O gameplay do jogo é bastante simples, você constrói o hospital, seus consultórios, farmácias, salas de pesquisa e tratamento, além de contratar funcionários, vigiar a operação do hospital para ter certeza que está tudo correndo bem e manter a parte financeira em ordem.
Som: Sons de batidas nas portas dos consultórios, cirurgias ocorrendo, pessoas tossindo, helicópteros de emergência chegando e portas abrindo fazem parte da área sonora do game. Praticamente sons que se ouve em hospitais, sejam eles públicos ou particulares.
Avaliação Geral: No geral, é um bom game para passar o tempo, mas calma que ainda tem mais.
Vamos agora ao remake deste game, o CorsixTH(ou Corsix Theme Hospital):
CorsixTH é um projeto de código aberto que visa fazer TH rodar em computadores mais novos com Windows Vista/7. Suporte a widescreen, modificações na gameplay e leve melhora gráfica são as melhorias trazidas por este projeto, apesar de rodar com os arquivos do game antigo.
Recomendado se você gosta de um game deste tipo!!!

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Dungeon Keeper II(Bullfrog)(1999/2000)

Olá, Keepers. Hoje estarei fazendo uma análise de um jogão da Bullfrog chamado Dungeon Keeper II, ou DKII, para os que conhecem o game.

Dungeon Keeper é um jogo no qual você é dono de uma Dungeon, você é representado no jogo pelo Dungeon Heart, o mestre da Dungeon. Você constrói as salas como lares, lugares para alimentar seus monstros, construção de armadilhas, armazenamento de dinheiro, livrarias, entre outras.
Sobre os monstros? O jogo tem uma infinidade deles, como esqueletos(obtidos pela conversão de heróis), vampiros, goblins, trolls, bile demons, warlocks(magos do mal) e o chamado Horny, que seria o fodão do seu exército do mal. Cada monstro requer uma sala na qual faz suas atividades. E para ter os monstros além dos construtores, precisa ter dominado pelo menos um portal, já que existem mais ou menos três em cada mapa.
Existem também três modos de jogo single player. O Campaign, que é a campanha, na qual você vai avançando no jogo e obtendo novos itens para serem usados na próxima fase; o Skirmish, no qual você brigará com outro Keeper controlado pela IA; e o My Pet Dungeon, o qual seria o sandbox nos jogos atuais, mas a única diferença é que o My Pet Dungeon vai liberando as coisas aos poucos para você. A função do modo My Pet Dungeon é lhe ensinar alguns princípios básicos que às vezes são deixados passar na campanha, como o slap e como ganhar pontos(Liberty), ensinar algumas estratégias e outras coisas, como brigar com os heróis, por exemplo.
O jogo sempre te mantém distraído, pois não é tão monótono. A voz do mentor(por Richard Ridings) sempre narra o que está acontecendo e ás vezes faz uma piadinha ou outra. Mas a melhor hora para jogar DK2 é depois da meia-noite, a hora que as piadinhas do mentor ficam mais engraçadas, e quanto mais você jogar após a meia-noite, mais engraçadas as piadas ficam.
Na campanha, entre um mapa e outro tem vídeos, os quais não tem nada a ver com o próximo mapa, mas são bem engraçados para assistir. Você pode rever os vídeos na opção Extras no menu principal, e também pode conferir o trailer do game DK3, que foi cancelado.
Existe também um modo multiplayer, mas é muito antigo e não funciona hoje em dia, por isso, o deixei de lado.
Enfim, recomendo muito este game. Fácil de baixar no Kickass Torrents.

Bom, espero que tenham gostado. Ná próxima análise, teremos o game Evil Genius, que é outro jogo bom de estratégia. Até a próxima análise.
OBS: Desculpem a falta de postagens, tava em falta de games para jogar. 

sábado, 7 de junho de 2014

Goof Troop: Joguinho bom pra cabeça

E aí, galera? Cá estou eu de novo trazendo-lhes mais uma análise. Desta vez, do clássico da Capcom(quando ela ainda fazia games bons) Goof Troop.
<--Capa do game ao lado
Goof Troop, ou jogo do Pateta, como era e é chamado pelas crianças que jogam, é um jogo de puzzle com Pateta e Max como personagens jogáveis. O jogo tem cinco fases cheias de puzzles feitos para quebrar a cabeça. Cada fase tem um chefão, o qual depois de derrotado, libera acesso à próxima fase. No caso do quinto chefão, o Pirate Pete, ele é o mais difícil, pois fará com que você perca várias vidas no mesmo.
Os puzzles são: colocar rochas em marcas na tela, acender velas rapidamente, usar cordas para fazer pontes, jogar rochas em um buraco, empurrar inimigos para certas partes da tela, abrindo portas e outras coisas. As fases são todas temáticas:

  1. Uma praia;
  2. Vilarejo;
  3. Castelo;
  4. Caverna;
  5. Barco Pirata
Cada fase tem um tema musical, que toca quando a tela abre. As músicas desse jogo são muito bem feitas, muito boas para curtir enquanto joga. Antes de cada fase, o jogo conta com cutscenes em imagens estáticas e texto(tal como as cutscenes de GTA Chinatown Wars).
Sinopse: Pateta(Goofy) e Max vão pescar com Pete(Bafo) e PJ, só que um navio pirata surge e rapta Pete e PJ. Cabe então a Pateta e Max resgatar seus amigos.
Se você gosta de um bom puzzle, este é seu jogo. É muito legal, vale a pena jogar. Basta baixar o ZSnes(no site oficial) e a rom no CoolRom(quando comecei com emuladores[2000], ainda tinha o agora finado Video Game Classics e o também finado PsychoFox). Pegue a versão US(CoolRom) ou procure em um site brasileiro para achar a versão PT-BR.
Enfim, vale a pena!!! Jogão!!!

terça-feira, 27 de maio de 2014

Jogo de Guitarra no PS1?

E aí, galera? Trago pra vocês um post informativo sobre um jogo bem antigo. O "Guitar Hero" do PS1, chamado Guitar Freaks.
Guitar Freaks é uma franquia de jogos de guitarra que surgiu no PS1 com Guitar Freaks(GF) 1st Mix e tem mais de 15 jogos na série(1st e 2nd/2nd Append no PS1/ 3rd Mix para cima no PS2) além das coletâneas chamadas Masterpiece Gold e Silver. Vejam a Opening do 1st Mix(PS1):
A 1st mix tem 25 músicas no CD do game. Os níveis de dificuldade são apenas Normal e Expert. Ao finalizar uma música, duas portas fecham e os dizeres "Stage Clear" aparecem seguidos da voz do locutor dizendo a mesma coisa. O gameplay é bem simples, notas sobem a tela em direção aos receptores. Ao pressionar um botão no controle, a nota toca. Se errar, a nota toca com um som mais grave que o normal e drena um pouco do life, que é mostrado ao lado. No centro da tela, tem um vídeo.
Guitar Freaks costuma ser lançado ao lado de seu link game Drummania(link games: jogos diferentes que se conectam para multiplayer, prática comum entre jogos de música da Konami[IIDX & DDR, GF/DM/KeyboardMania]).
No PS1, para se conectar a um PS1 rodando DM(Drummania), deve-se usar um cabo chamado PSX Link Cable e ligar o cabo AV a uma TV. GF(Guitar Freaks) suporta dois players em multiplayer e 3 players se outro PS1 rodar DM ligado no Link Cable.
As músicas de GFDM(Guitar Freaks e Drummania) são normalmente músicas rock e pop japonesas, alguns jogos incluem licenças como Smoke on the Water(GF 3rd Mix) e Born to Be Wild. São todas com menos de 2 minutos de duração(Arcade). Cada disco de Guitar Freaks/DrumMania tem mais ou menos 150 músicas(PS2), muito mais que um Rock Band, que tem 84 por disco. A cada versão, músicas são adicionadas, mantidas ou removidas(músicas do grupo BeForU foram totalmente removidas a partir das V5(Rock VS Rock), algumas removidas retornam em outras versões, mas Naoki Maeda(Produtor musical da Bemani[produtora do game] até 2011) confirmou que as músicas do grupo pop feminino BeForU não retornarão, para a infelicidade dos fãs do grupo. Guitar Freaks é uma ótima série que hoje está na versão V7, quase indo para V8. 
-Tem um SpinOff chamado Guitar Freaks XG, que adiciona dois botões na guitarra, função de notas longas, pedal de distorção(Arcade apenas).
-A icônica música de Guitar Hero 3, Through The Fire and Flames, também deu as caras em Guitar Freaks, nas versões V6 e XG. Tá presente ainda(Na XG2), não foi removida até agora(só foi removida na versão V7).
-Guitar Freaks surgiu na máquina Bemani System 573 Analog. A System 573 Analog usava CD-Rom como mídia para o jogo(GF1/2), e uma security key, que não permitia o uso do game fora da máquina, mas hoje já conseguiram destravar a Security Key do game para extrair as músicas(GDAMania).
-Conheci Guitar Freaks em 2006, quando procurava um jogo de PS1 para baixar e achei o GF.

Nomes:
Konami: Distribuidora e principal produtora de games no Japão.
Bemani: Subsidiária da Konami, responsável pelos games de música da Konami.
Farei uma postagem de Pop'n Music depois.

domingo, 2 de março de 2014

Parasite Eve 2(PS1)

Olá, galera. Estou trazendo mais uma análise. Desta vez, do game survival horror Parasite Eve 2.
Quando comecei a jogar o game, não achei que fosse tão legal(isso em 2004), visto minha má experiência com PE1(PE=Parasite Eve), talvez por que eu nunca entendi o sistema do game, ou como o mesmo é. Mas tudo foi diferente quando, em uma manhã de sábado, decidi jogar Parasite Eve 2, o qual o meu pai havia comprado em São Paulo, com os dois discos do game.
Ao começar, já vi que o game não teria uma introdução muito grande(introduções grandes são chatas demais), pois logo após a abertura contando um pouco do que acontecer até a atual situação do game, percebi que o jogo havia começado.
Andei com a personagem Aya Brea(uma das personagens de games que mais gosto) pelo distrito policial, que era chamado de M.I.S.T.(veja a Wiki do game) e aceitei a missão em Akropolis Tower, em LA.
Em Akropolis, enfrentei os NMCs(neo-mitochodria creatures) e acabei gostando do sistema de batalha direto de PE2. Avançando um pouco no game, em Dryfield, descobri um pouco da história de Aya, que ela tinha aqueles poderes e tal.
Acabei gostando do game, apesar dos gráficos não serem bons quanto os games de hoje em dia, PE2 é bom para quem gosta de combate direto, tal como em Resident Evil. Ainda mais que PE/PE2 é feito pela Squaresoft, uma das mais conceituadas produtoras de games na época, que hoje em dia é chamada de Square Enix.
Enfim, muito recomendado. Um game muito bom, procure no SnesOrama para encontrar o game e baixá-lo, se você não o encontrar mais para compra.
Imagens do game:
Capa americana do game

Cena de Gameplay em Akropolis Tower.














Cena de Gameplay em Akropolis Tower(primeiro cenário do game).

sábado, 1 de março de 2014

Análise: Maximum Force(Atari Co-Jag/PS1/Saturn)

Fala galera. Análise de Maximum Force agora.
Maximum Force é um RailShooter feito pela Atari para seu sistema Cojag(Coin-op Jaguar) e lançado em dual game(dois jogos em um disco) junto com Area 51 pro PS1 e Saturn. Conta gráficos quase-reais como os bandidos nos quais você tem de atirar em cada um dos cenários. O game é bem legal. Os sons de tiros e explosões são bem legais e lhe dão a sensação de estar em um filme.

A Atari caprichou neste game, pois é um game bem divertido tanto em co-operativo quanto em single-player. O único problema do game é seu peso na HD dos PCs, pois requer MAME(falei sobre isso na postagem sobre Crypt Killer) e um download e exagerados 1.5 Gigabytes. Um jogo muito grande para sua época, graças a seu background em video de 52 minutos. E é bem difícil se jogar a versão R3000(Versão do PS1), pois a mesma conta com várias features não presentes em outras versões, como a Time Warner e a Atari Dual(Area 51 e Maximum Force), tais como Secret Rooms(salas bonus) e um quinto capítulo no game.
No geral, um game que vale a pena. Recomendado!!!

Análise: Crypt Killer(PS1/Saturn/Arcade[Konami GQ])

Olá, galera! Tudo bom? Temos aqui mais uma análise, desta vez de um game bem antigo, chamado Crypt Killer.
Conhecido como Henry Explorers no Japão, foi chamado de Crypt Killer nos EUA. Os gráficos não podem ser comparados com os videogames de hoje em dia, mas Crypt Killer é um game divertido, principalmente se jogado no modo Triple-Player(3 jogadores)(Arcade).
O controle do game é bem fácil, basta posicionar a pistola em pontos da tela e puxar o gatilho para atirar nas criaturas que aparecerem ou em correntes(nas transições). O game conta com 6 mundos distintos, o que lhe dá mais ou menos 1 hora de gameplay(jogo arcade).
Crypt Killer, junto com Cadillacs & Dinosaurs, é um dos poucos games que suportam mais de dois jogadores simultâneos em suas plataformas originais(arcade).
O jogo é muito bom para quem quer um jogo para pegar e jogar sem ficar passando por menus. O único problema é que tem de pegar o game e finalizar em uma tacada, já que não suporta save.
Capa do Playstation(fonte: emu-paradise)

Recomendo jogar, pois o game é bem desafiador se tiver com a coin lock ativada(mame) e fechar o game em um só crédito(usa-se o mouse no MAME[emulador de arcades]). O game pesa 600 MB na versão arcade.
Recomendado!!!