quarta-feira, 1 de abril de 2026

Análise: Rune Factory: Guardians of Azuma

E aí, pessoal? Depois de um tempo, trago mais uma análise. Desta vez, do jogo Rune Factory: Guardians of Azuma.

Antes de partir para a análise...

O Que é Rune Factory? 

Rune Factory é uma subsérie de jogos de RPG derivada da série Bokujou Monogatari(História de Fazenda em tradução literal), que, no ocidente, foi traduzido como Harvest Moon/Story of Seasons. 

Rune Factory trás a fórmula conhecida de Harvest Moon com a fazenda, casamentos, cuidar de animais e outras coisas, e a mistura com exploração de dungeons, magias, uma história completa que explica o porque daquele universo existir, o que está acontecendo e o que o jogador(referido como Earthmate/Earth Dancer) deve fazer. Geralmente, as histórias de Rune Factory envolvem calamidades que devem ser combatidas pelo jogador.

Dada a introdução à série Rune Factory, vamos à review. Lançado dia 5 de junho de 2025, Guardians of Azuma é um jogo de ação/RPG, e o mais novo jogo da série Rune Factory.

Feito em Unreal Engine 5, Guardians of Azuma se passa no continente oriental de Azuma após um evento chamado Cellestial Collapse, onde a terra de Azuma sucumbiu, e os deuses que governavam o mundo de Azuma tiveram de se esconder.

Eis que surge você, o chamado Earth Dancer, aquele que irá trazer o balanço/harmonia de volta para Azuma. Sim, sei que é meio batido, mas é assim que o jogo se apresenta.

Antes do jogo começar, você pode escolher entre Subaru(protagonista masculino) e Kaguya(protagonista feminina). Feita a escolha, a introdução das duas linhas acima é apresentada e você é apresentado ao mundo de Azuma, ou, uma parte dele chamada Spring Village(vilarejo da primavera).

Acordando em Spring Village, a deusa da primavera, Ulalaka, te explica sobre o Cellestial Collapse e o que pode ser feito para restaurar a ordem em Azuma. E com isso, você é apresentado aos primeiros personagens como Iroha e Suzu.

O Gameplay

Ao contrário de outros jogos da franquia onde você tem uma fazenda, em Guardians of Azuma, você terá quatro vilarejos, cada um referente a uma estação do ano, e deverá, ao mesmo tempo que segue a história, cuidar de cada um e trazer pessoas para viver neles. E, o desenvolvimento dos vilarejos impacta diretamente no seu desempenho no jogo, pois vilarejos desenvolvidos melhoram suas estatísticas como HP(vida), força e outros.

Durante o jogo, você também é introduzido aos vários sistemas do mesmo, como o sistema de party, cozinha, construção, plantação e outros.

A jogabilidade de Guardians of Azuma é muito boa, os controles são responsivos, sem latência ou qualquer problema.

E sobre otimização, o jogo é muito bem otimizado, comparado com o desastre que foi Rune Factory 5(a versão PC é um lixo). Já estava na hora da Marvelous pegar a Unreal ao invés do lixo da Unity. Fluidez muito maior nesta versão comparado com RF5.

Além disso, a dificuldade está bem balanceada, nada muito frustrante. 

Gráfico

O gráfico de Guardians of Azuma é muito bonito. Ambientes coloridos com um estilo toon shader, personagens bem modelados, ambientes muito bem feitos, etc. Azuma é um espetáculo visual, um dos jogos mais bonitos que joguei até hoje. A estética do jogo, como o nome diz, é oriental, ou seja, utiliza construções como templos antigos japoneses.


Na imagem também a protagonista Kaguya.

Incrível o que conseguiram fazer com a Unreal Engine 5.

O Som

O som de Guardians of Azuma fica meio termo. Efeitos sonoros e músicas estão ótimos em Azuma, porém, o game peca um na questão das vozes. Boa parte dos diálogos utilizam barks(trechos curtos de voz para emoções). Apenas cutscenes estão totalmente dubladas. Apesar disso, a qualidade das vozes está muito boa, notei o bom uso de zonas sonoras em ambientes fechados como dungeons.

Porém, pra amenizar a chatice de usar barks, o jogo também tem falas durante combates, que pode te ajudar a identificar sua situação em questão de vida ou de qual aliado está fora de combate. Além disso, existem "banters" entre personagens, quando eles conversam entre si, como elogios e outras conversas, que geralmente são ativadas após um combate. Esses banters estão completos e legendados.

O jogo possui inglês e japonês como idiomas para as vozes.

A parte musical está excelente, com boas transições entre ambientes calmos, músicas de batalha comuns e batalhas de chefes.

Conclusão

Eu finalizei o jogo ontem depois de 37 horas de jogo, e gostei muito. Guardians of Azuma é um jogo muito divertido e legal de jogar. Pra quem gosta de um bom jogo de ação com uma história interessante, Rune Factory: Guardians of Azuma é um jogo muito bom. 

Recomendado.

sábado, 22 de junho de 2024

Playnite atualização 10.33

Olá, gamers.

Dia 15 de abril chegou a versão 10.33 do frontend Playnite, que permite centralizar seus jogos em um só aplicativo, incluindo jogos emulados através de execução via linha de comando.

A atualização trouxe algumas correções de bugs e melhorias:

  • Atualização da biblioteca WebView;
  • Atualizadas as bibliotecas SDL para entrada de controles e execução de áudio;
  • Correção para o bug do tempo de jogo não contado se o sistema for suspenso durante a jogatina;
  • Correção para o bug do script de encerramento de jogos não funcionar ao desligar o sistema pelo Playnite;
  • Correção para a lista de controles desativados que era limpa ao desativar dispositivos;
  • Correção para o bug da música de fundo reiniciar ao encerrar um jogo;
  • Atualização dos perfis de emuladores(para quem usa emuladores com Playnite);
  • Opção de "Esconder Importados" corrigida para que bloqueie jogos já importados de serem reimportados;
  • Corrigido crash em tela inteira(F11) depois de atualizar a biblioteca;
  • Corrigido crash quando fechar o Playnite e desconectar controles;
  • Corrigido crash ao checar datas em configurações específicas de região no Windows.

Estão aí todas as correções desta versão 10.33 do Playnite.

Novidades no Update 30.20 do Fortnite

Olá, gamers. Hoje lhes trago updates do Fortnite, mais especificamente a atualização 30.20 do game. Bora para as novidades:

Modo RELOAD

Com esse update, chega o submodo Reload, disponível em construção zero e battle royale. RELOAD nada mais é do que você morreu, volta pro jogo depois de 10 segundos enquanto tiver alguém da sua equipe na partida. Basicamente como o ressurgência do COD Warzone(so Warzone é OUTRO JOGO). Além disso, o Reload trás o mapa do Capítulo 1 de Fortnite, ou seja, o primeiro mapa do jogo poderá ser jogado em Construção Zero no modo Reload.

Mini passe Piratas do Caribe

Chegando também nesta atualização, o mini passe de batalha de Piratas do Caribe estará disponível para ganhar pontos, completando tarefas relacionadas ou não relacionadas ao passe. É bem interessante algo desse tipo para trazer mais coisas para o jogo e novas audiências, porém, poderia ter mais do que isso. Chegarão itens para Lego Fortnite e Rocket Racing*. Não tenho certeza se chegarão itens para o Fortnite Festival, mas pode ser que sim.

Remoção dos Carros

Alguns veículos, como os carros, foram removidos do jogo nos modos CZ(construção zero) e Battle Royale, segundo o trailer que saiu protagonizado por Kai Cenat(só sei que é um rapper, nada além disso).

Arquivos Criptografados

Foram encontrados alguns arquivos criptografados iniciados com PAK. Segundo o tweet de Iannzits, 5 dos PAKs incluem texturas em HD para o jogo. O que será que a Epic está tramando agora? Por enquanto, o que se sabe é que a mochila do Vault Boy(Fallout) está no meio dos PAKs.

Armas Clássicas

Algumas armas clássicas voltam ao jogo. Legal ver elas de volta, já que são as que estão disponíveis no Salve o Mundo, exceto pela desempuxadora e algumas específicas.

Além disso, a Manopla de Magneto, capaz de levitar objetos, está no jogo. Quero só ver o povo reclamar novamente.

Opinião

No geral, gostei dos updates, novos modos são sempre bons. Porém, queria que algumas coisas como os aviões, voltassem, pelo menos no criativo/UEFN. Gostava demais dos combates aéreos quando tinha eles. Fora isso, 

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Análise: Lego Jurassic World

Olá, gamers. Tudo de boa? Hoje lhes trago mais uma análise. Desta vez, do jogo Lego Jurassic World. Lego Jurassic World é mais um dos jogos da Lego, desta vez focado na série Jurassic Park e sua sequência, Jurassic World.

Lançado dia 12 de junho de 2015, Lego Jurassic World é um jogo de ação e aventura desenvolvido pela TT Games e publicado pela Warner Bros Games, como um acompanhamento para o lançamento do filme Jurassic World, que foi lançado dez dias antes do jogo. Esta review, ao contrário das outras, terá uma quarta seção.

O jogo conta a história dos três primeiros filmes de Jurassic Park, jogando uma história por vez com créditos no final. Necessário finalizar cada uma para ir para a próxima. E inclui a história do primeiro filme de Jurassic World.

Em Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros, os arqueólogos jurássicos Alan Grant e Ellie Sattler são convidados para visitar o novo empreendimento de John Hammond, e acabam tendo de resolver várias situações que aparecem no jogo, junto de outros personagens, como Ian Malcolm, os netos de Hammond e alguns funcionários do parque.

Partes 2 e 3 seguem as histórias dos filmes.

Em Jurassic World, temos a história pela visão de Zack e Gray, sobrinhos da diretora do Jurassic World no primeiro filme. Durante uma aventura na Geoesfera, eles acabam dando de cara com a Indominus que havia fugido de sua jaula e tentam fugir, ao mesmo tempo que precisam resolver puzzles para fazê-lo.

Gráficos

O jogo é bonito e bem colorido no geral, com praticamente tudo no estilo Lego. Apesar de ter sido lançado no PS3/X360, recebeu melhorias gráficas no PS4, XBOX One, PC e Switch. Não há muito o que destacar, mas também não tem falhas gráficas. Apesar disso, o jogo chega a ficar muito escuro dependendo da situação que você está, como no resgate dos netos de Hammond na chuva e em outras situações noturnas. Recomendo, nestas partes, aumentar a iluminação LED/LCD de sua TV/seu monitor, pois dependendo da quantidade de luz solar que bate na tela, pode ficar impossível de ver, e, em algumas situações do jogo, ficar alerta na tela é necessário. Explicarei mais em Jogabilidade.

Som

A sonoplastia de Lego Jurassic World é basicamente a de Jurassic Park/Jurassic World. O som dos dinossauros está muito bom, movimentos, vozes, disparos, etc. Tal como em Lego Fortnite, o T-Rex e a Indominus causam muito ruído de 100Hz ao andar, fazendo bastante vibração. Personagens como Dennis Nedry e outros gritam ao serem jogados no ar pelos dinos, gritam ao cair, ao tomar dano, etc.

Jogabilidade

A jogabilidade de Lego Jurassic World é a de ação. Pular, bater, variações do Butt Stomp do Mario, atirar com armas e objetos, pendurar em cordas/cipós, andar em cantos, pulos sequenciais, etc. Mas, o maior ponto de Lego Jurassic World neste quesito é os puzzles. O jogo é CHEIO deles, com hacking, empurrar objetos, derrubar panelas para fazer barulho, jogar escadas, derrubar cordas, entre outros.
Alguns puzzles específicos levam para momentos de comédia também. Além de tudo isso, o jogo tem cooperativo local, cada um pegando um controle e jogando. Os personagens do jogo tem estatísticas e habilidades diferentes, além de poder controlar alguns dinossauros, como o esquadrão treinado do World e o Triceratops do Park 1. Tem muitas situações de correria, como fugir dos triceras, do t-rex e outros momentos de fuga.
Uma outra coisa que tem no jogo é momentos em Quick Time, nos quais você precisa reagir com o botão correto para poder avançar. Os botões aparecem na tela e você deve apertá-los na ordem que aparecem. Em situações de luz solar muito forte, fica meio difícil saber o momento de apertar, pois precisa ficar atento na cena em alguns momentos, o jogo não tem indicador visual de quando apertar(um circulo fechando, por exemplo).
Você vai liberando personagens, veículos e dinossauros para um outro modo de jogo que é destravado ao finalizar o Jurassic World.

Humor/Comédia

Um dos pontos mais interessantes do jogo é o humor dele. Tem várias situações que você vai se pegar rindo do jogo, como um velociraptor no freezer, e outros. Não vou contar todos para não perder a graça.
Rachei de rir nessas situações do jogo.

Veredito

No geral, eu gostei desse game. Joguei quando lançou e graças a um primo meu, joguei novamente. Vale a pena jogar com amigos, família, namorado/namorada, esposo/esposa, etc. É divertido, relaxante e ao mesmo tempo, um pouco desafiador.

quarta-feira, 19 de junho de 2024

Análise: Lego Fortnite

Olá, gamers. Tudo de boa? Depois de um tempão inativo, venho trazer mais uma análise. O jogo da vez é o LEGO FORTNITE.

Primeiro, o que é LEGO FORTNITE?

Lançado dia 7 de dezembro de 2023, como parte da iniciativa FORTNITE GAME HUB, com a qual a Epic Games planeja transformar Fortnite em um hub de jogos, Lego Fortnite é uma parceria entre a empresa Lego e a Epic Games.

Lego Fortnite é um jogo estilo Minecraft que o mistura com Lego. O jogador é capaz de jogar com os personagens de Fortnite transformados em Lego Minifigures(explicarei mais adiante) e construir as coisas usando blocos lego. Basicamente, o jogador cria seu mundo ou sobrevive ao mundo que tem criaturas desde simples aranhas e esqueletos, até gigantes que dão muito dano. Tal como Minecraft, Lego Fortnite também tem Criativo e Sobrevivência, porém só oferece 10 slots de mundos.

Gráficos

Os gráficos de Lego Fortnite são bonitos, isso que testei em Playstation 4, PC e Nintendo Switch. Nintendo Switch parece estar a 30 FPS ao invés de 60, mas só isso. O jogo é muito bonito, cores vibrantes do estilão de Fortnite mesmo.

Som

A sonoplastia de Lego Fortnite é boa, se não fosse por uma coisa irritante que os NPCs fazem, que é ficarem parados em frente à praça da vila e exclamarem "Oohh, aahh" várias vezes*. Isso irrita demais, geralmente são visitantes que fazem isso.
Fora esse bugzinho, a sonoplastia é boa, já que tem vários sons, como esqueletos que fazem um som de xilofone(referência ao Homer falando isso) quando estão alertas e estão se aproximando, brutos que causam vibrações em 100Hz, aranhas que sibilam, etc.

Jogabilidade

A jogabilidade de Lego Fortnite é o estilão de Minecraft, mas usando algumas coisas do próprio Fortnite, como a barra de acesso rápido de 5 itens ao invés de 10. Comandos respondem bem em todas as plataformas. Ataques rápidos, esquivas e outras coisas. Só a construção que é um pouco esquisita, já que alguns itens não tem versão pequena, como escadas que são necessárias dependendo do local onde você tem base montada. Você pode convidar NPCs para se juntarem à sua vila e os mesmos podem te ajudar com os cuidados e proteção da vila. Além disso, você pode ter um número ilimitado de vilas, desde que estejam a pelo menos 300 metros uma da outra(tenho algumas à 500 metros e outras à 1Km + ou -). Não sei se esse é o limite mínimo de proximidade.
Ao criar uma praça de vila, o jogo mostra um círculo amarelo ao redor da vila. Porém, ao contrário da vila de Palworld que sincroniza itens em baús, permitindo que você os use mesmo não os carregando, Lego Fortnite não tem esta feature.
Uma feature diferente de Minecraft é que o mundo em Lego Fortnite é persistente, ou seja, enquanto o dono do mundo estiver fora, seus convidados podem, se tiverem permissão, continuar jogando no mesmo mundo. Isso requer servidor alugado pra funcionar em Minecraft. Porém, só funciona ao distribuir chaves para seus amigos. Se convidar normalmente, eles serão chutados pelo jogo quando você encerrar a partida.

Veredito final

Vale a pena jogar, é muito divertido e acaba com o stress do dia a dia. Único ponto negativo dele é não ter split-screen, mas dá pra jogar de boa entre mobile, Switch, PC, PS4 e XBOX One. Ou seja, não faltam plataformas onde jogar este jogo.

Sobre as minifigures: Minifigures são os personagens criados em Lego. Os primeiros legos como o Kit Básico tinham poucas minifigures, os mais novos vem com mais delas e mais bem feitas.

Eu tive Lego quando era criança e tinha o kit básico(básico, mas vinha mais de 1000 peças em uma lata vermelha). Gostava demais de brincar com ele quando era criança.

*Bug corrigido na versão 30.20 do Lego Fortnite

sexta-feira, 28 de julho de 2023

Análise: Ready or Not - Seja Operador da Swat em um Jogo

 Olá, gamers. Hoje, depois de um tempo, trago mais uma análise. E desta vez:

Ready or Not é um jogo desenvolvido pela Void Entertainment na Unreal Engine 4. O game simula com alta fidelidade as operações da S.W.A.T.(Equipe de Armas e Táticas Especiais dos EUA) com uma cidade fictícia chamada Los Sueños(uma referência a Los Angeles, sede oficial da S.W.A.T.).

Basicamente, o jogador é o líder(em single player) ou membro(em multiplayer) de um esquadrão de 5+ membros e tem que resolver a situação da missão sem desobedecer as regras de engajamento(são regras oficiais da SWAT, o disco 2 de Swat 3 explica sobre).

Gráficos de Ready or Not:
Nesta parte, irei me basear em streams e videos, pois meu computador, mesmo com Xeon, ainda não está bom para executar o game em alta qualidade. Sendo assim, acompanhando videos e streams, percebi que a qualidade gráfica deste jogo é ótima. Tudo muito bem desenhado, desde objetos do cenário, até o detalhe de PiP da camera espelho(usada para ver embaixo da porta). Tudo é muito bem feito, com muito capricho no design e texturização.

O Som de Ready or Not
O som de Ready or Not está no meio termo entre Swat 4, com vozes legais de comando e sons que deveriam ser pesados estão mais leves, e Rainbow Six Siege, chacoalhando a tela quando granadas e dispositivos de explosão são ativados. Eu gostaria muito que as explosões fossem bem mais pesadas, ao ponto de vibrar um fone, ou que tivesse um EQ dentro do aplicativo. Fora isso, os disparos estão mais pesados que um jogo de tiro comum. É claro, não vamos querer que uma granada soe igual um STDM, mas poderia ter um pouco mais de peso no som tanto delas quanto da carga de demolição.
STDM: Míssil padrão em Project Wingman, tem um som pesado quando explode.

A Gameplay de Ready or Not
O jogo começa com a equipe, sendo você e seus aliados, chegando ao local da missão dentro da van(mostra na tela pré-missão). O manejo e a balística estão muito bons, dá pra realmente sentir as reduções de recuo de cada peça, sentir a arma disparando(devido ao som mais grave, meio que substitui a falta de vibração no mouse) e vários outros detalhes. A inteligência artificial não perdoa, é um dos jogos mais difíceis de solar. O jogo trás também o sistema de Tactical Reload(acho que deveria ser padrão pro R6 Siege em torneios, o jogo tem, mas não é usado), no qual você troca o pente entre 4 que você carrega ou descarta um pente vazio ou meio cheio. O meio cheio pode ser recolhido e dado a um aliado.

Multijogador/Multiplayer de Ready or Not
Se tratando de um jogo tático, não pode faltar uma opção de multijogador. Ready or Not possui um modo multijogador, podendo hospedar uma sessão ou entrar em uma, e jogar com amigos. Esquadrões como GLID Gaming e Force in Special Tactics fazem isso.

Geral
Pelo preço do jogo, vale a pena comprar. Mas recomendo aguardar uma promoção. O jogo é muito bom, mas é mais divertido entre amigos, principalmente pela comunicação. Recomendado!

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Análise: Distance

Olá, gamers. Tudo bom? Hoje lhes trago mais uma análise. Desta vez, de um jogo de corrida divertidíssimo chamado Distance.

Distance é um jogo de corrida criado pela Refraction Studios, e trás vários modos de jogo, como Sprint, Challenge, pista desconhecida(Trackmogrify) e corridas online. Ele é futurista e sua campanha possui uma história onde você tem que chegar a um certo ponto em um tempo determinado. A campanha não tem muita espera entre cada fase, apenas um curto loading(cerca de 20 a 30 segundos). E cada fase apresenta desafios cada vez mais interessantes, como partes para saltar, quebras de pista, moedores, paredes e outras coisas.

A JOGABILIDADE DE DISTANCE
Distance é um jogo que responde bem aos controles, é possível jogar tanto com teclado quanto com controle. O jogo é muito responsivo. Você sente o carro virando pela câmera dele, que dá uma puxada, ao estilo dos arcades como Sega Super GT, Daytona USA e Cruis'n Blast. Também dá a opção de instalar modificações via Oficina Steam, nas quais dá para encontrar várias e várias pistas de Hot Wheels e F-Zero. Eu encontrei até a Sol 2 do Wipeout HD. Algumas pistas padrões do Distance me lembraram o BallisticNG. E tem o Trackmogrify, que vai adicionar centenas de horas e centenas de pistas para você jogar.

OS GRÁFICOS DE DISTANCE
Apesar dos requerimentos modestos(requer uma GTX560 como recomendada), Distance é um jogo muito bonito visualmente. As pistas são muito bem desenhadas, o carro padrão também. Tudo é muito bem feito nesse jogo. A Refraction caprichou muito nele.

O SOM
O som do Distance é muito bom, bem mixado em surround. Trás uma voz que fala em certos eventos do jogo, como batidas, manobras, etc. Tem uma música de fundo que toca, mas o jogador pode incluir outras músicas se quiser. Existe um menu no menu áudio para isso.

RECOMENDADO?
Eu gostei muito do jogo. Vale muito a pena jogar, já que possui a capacidade de ser modificado.