Olá, gamers. Tudo bom? Dado o lançamento do beta aberto de MultiVersus, venho trazer uma análise dele, ou o que eu achei do pouco que joguei.
Atualizada em 27/07/2022 para explanar sobre problema de latência.
Olá, gamers. Tudo bom? Dado o lançamento do beta aberto de MultiVersus, venho trazer uma análise dele, ou o que eu achei do pouco que joguei.
Atualizada em 27/07/2022 para explanar sobre problema de latência.
Fala, gamers. Tudo de boa? Hoje lhes trago mais uma análise.
OS GRÁFICOS:
Cruis'n Blast é lindo, graficamente falando. As pistas são muito bem feitas, texturas de alta qualidade e os carros tem um efeito de "espelhamento" na lataria dos mesmos. Além disso, em algumas situações, o jogo recebe alguns frames como um de fogo circular quando se usa o boost(chamado de BLAST) pelo jogo. Tem chuva, explosões, dinossauros passando, ovnis, etc. Tudo em 60 quadros por segundo em 1080p(na TV) ou 720p(portátil). A taxa de frames só cai para 30 FPS com mais de dois jogadores presentes(3 ou 4).
O SOM:
O som de Cruis'n Blast é muito bom. Mixado em Surround 7.1, com downmix pra 5.1 ou estéreo. Ouve-se o som dos veículos, a música de fundo(o jogo tem umas 10 músicas), som ambiente, etc. Ótima qualidade, sem qualquer problema.
A GAMEPLAY:
Cruis'n Blast trás de volta a gameplay radical dos jogos antigos, só que desta vez, com muito mais loucura, como saltos gigantes, manobras, boosts e mais um monte de coisa. Além disso, tem polícia perseguindo você e os outros corredores, dinossauros passando(não causam dano), ovnis disparando e mudando o trajeto, etc.
MULTIJOGADOR:
O jogo trás dois modos multiplayer. O MULTIPLAYER em si, no qual cada jogador pega um controle e o LOCAL PLAY, no qual se conectam vários Switches.
GERAL:
O jogo é muito divertido, bem gostoso de jogar. Não me arrependo nem um pouco de ter comprado. Por mais que Asphalt é bem conhecido, acho que Cruis'n Blast em algumas partes dá uma surra no game de corrida da Gameloft. Recomendado demais se você que curtir uma jogatina relaxante com os amigos, como um final de semana ou um dia com família. Em fliperamas com Blast presente, as crianças adoram, segundo algumas fotos do Twitter da Raw Thrills(produtora do jogo).
Fala, pessoal. Beleza? Hoje lhes trago uma análise do jogo Arena of Valor, de celular.
Arena of Valor é um MOBA(Multiplayer Online Battle Arena=Arena de Batalha Multijogador Online) criado pela TIMI Studios e publicado e distribuido pela Tencent Games(Garena no leste asiático). Arena of Valor é basicamente um moba clássico, popularizado pelos jogos DOTA 2 e League of Legends.
AoV, como é conhecido, possui uma quantidade variada de personagens, como um caçador(Valhein), uma fada e outros. Recebeu também personagens criados pela DC(parte da Warner) como Superman, Batman, Mulher Maravilha e Coringa, além de algumas skins de Sword Art Online e Bleach.
Na questão de gameplay, Arena of Valor mantém a visão superior de outros mobas. Porém, único para AoV é o sistema espelhado. Diferente de League of Legends e Dota 2, a equipe que o jogador representa sempre estará na parte inferior esquerda do mapa e os inimigos na superior direita. Segundo a TIMI Studios, isso foi feito para que os controles não obstruíssem a visão dos personagens. Ou seja, você sempre estará na parte de baixo. Como em um moba comum, seu objetivo é destruir as torres adversárias e em seguida o núcleo. A equipe que perder o núcleo leva a derrota.
Na parte de evolução do personagem, AoV usa o sistema de loja como no League of Legends. Mas, dois itens aparecem e você escolhe um deles tocando o mesmo na tela, ao invés de vasculhar um inventário cheio de itens como no jogo da Riot Games. A evolução é feita através de itens adquiridos que podem aumentar a velocidade do ataque automático, aumentar dano, velocidade e outros parâmetros de seu personagem jogado.
Em questão de gráficos, o jogo é bonito visualmente e executa tranquilamente em uma Adreno 512(placa de video de meu celular, um Redmi Note 7). O campo de batalha não é tão decorado como em League of Legends, e o jogo tem menos minions na tela por vez. Porém, ainda assim, eu considero o jogo bonito, pelas skins que tem, que são bem decoradas.
No som, o jogo tem um som legal. Algumas frases estão dubladas para o português, outras ainda não. Aos poucos, a produtora está dublando os personagens e suas falas. Algumas skins tem falas diferentes.
No online que é a parte principal de Arena of Valor, o jogo é bem amigável para quem está iniciando, pois dá pra pegar jogadores do seu nível ou um pouco abaixo(um prata I pega jogadores de Bronze IV a Ouro I, por exemplo), o jogo explica quais colocações pegam quais jogadores. Porém, às vezes, o jogo dá uma subida de tempo de resposta que atrapalha demais para jogar, o que poderia ter sido corrigido na atualização longa que teve no dia 12/04.
Resumindo tudo, eu gostei do jogo, é muito mais amigável do que um League of Legends ou DOTA 2. Tem seus poréns, mas o jogo está bom. Espero que a empresa o melhore em certas partes como ditas acima. Recomendo para aqueles que querem tentar um novo moba.
E aí, gamers? Tudo bom? Hoje lhes trago mais uma postagem, que desta vez é uma noticia sobre o jogo Hyper Scape, o battle royale da Ubisoft e o Ghost Recon Frontline, que ainda está para ter seu beta anunciado.
Primeiro, sobre Hyper Scape, a Ubisoft anunciou no dia 27 de janeiro que o seu battle royale, Hyper Scape, será desativado e encerrado. O game teve seu encerramento anunciado para 28 de abril pela Ubisoft. Hyper Scape era considerado a resposta da Ubisoft para Call of Duty: Warzone, Fortnite da Epic Games e Apex Legends.
A partir do dia 28 de abril, não será mais possível se conectar aos servidores de Hyper Scape para jogar. O que é uma pena. Se vocês leram meu post(A Queda do Online), vocês irão entender o quão chato é ver um jogo encerrar. Por mais que alguns o considerem rejeitável, Hyper Scape para outros poderia ser legal.[1]
Agora, vamos para a outra notícia do dia. O que ocorreu com Ghost Recon Frontline? O Ghost Recon Frontline é um jogo da franquia Ghost Recon que visa colocar os jogadores em equipes pequenas para cumprir objetivos em um mapa estilo battle royale. Esse estilo de gameplay é mais o estilo da Zona Cega do The Division, na qual os jogadores também completam objetivos e extraem, diferentemente de um battle royale, no qual não há extração ou fuga.
Em um video[2] do William Rof, um prominente Youtuber sobre jogos táticos e simuladores militares, ele comenta sobre a ausência de mais informações sobre o jogo, além do beta do jogo ter sido adiado após ser anunciado. Depois de uma avalanche de opiniões ruins sobre o jogo, a Ubisoft decidiu não lançar o beta ainda do jogo. Daí vem a impressão do jogo ter sido cancelado, mas não temos mais informações.
Frontline parece ser interessante, é uma proposta mais inovadora. Porém, a crítica é a mesma que tive com Rainbow Six Siege, não é o foco da série fazer um jogo multiplayer que é mais run and gun do que tática. Por mais que alguns vão dizer que estou pegando pesado, mas William Rof critica justamente isso com Ghost Recon Frontline, e a maior parte da comunidade da série não gostou do novo jogo. Isso deve explicar um pouco a recuada da Ubisoft. Mas, não sabemos o que irá acontecer a seguir, se vai ser cancelado ou não. Quando tivermos mais, teremos um novo post sobre isso.
Bom, pessoal. A noticia de hoje é essa. Entrem no Discord para mais noticias, para interagir e saber quando entro ao vivo e posto videos. Até a próxima.
E aí, gamers? Tudo de boa? Hoje venho falar de um assunto o qual pode ser meio deprimente para um gamer, ou não, se você for o tipo que nem se importa.
Venho falar do FIM.
O que quero dizer com isso? Quero dizer que todos os jogos que você acha bons, um dia se encerram. Aquele jogo que você jogava online com os amigos, hoje pode não existir mais.
Foi assim comigo em vários jogos que eu gostava há um tempo atrás.
Minha primeira experiência completamente online jogando um MMO(jogo multiplayer massivo online) foi com o jogo Grand Chase, um clássico. Jogava na season 1 e 5.
Joguei GC até meados de 2015, quando foi anunciado o encerramento pela Level Up Games(hoje Hype Games).
Joguei outros jogos online que não eram tão interessantes até 2017, quando descobri um jogo chamado Orcs Must Die: Unchained. Aquele pra mim foi um clássico. Jogava direto com amigos, era muito divertido. Ao mesmo tempo que jogava Paragon, um jogo MOBA da Epic Games, que pra mim era o moba perfeito. Em 2018, o game foi fechado, porque a Epic queria focar em Fortnite.
Comecei então com um MOBA da Nexon chamado Hyper Universe, era um moba estilo plataforma, no qual as lanes eram representadas por plataformas e você tinha que subir escadas. Era um jogo bem divertido, que tinha até uma história. Porém, não durou muito. A Nexon fechou o jogo no PC e manteve por um tempo no XBOX One, até decidir encerrá-lo de vez.
Continuei no OMD Unchained, até a empresa fechá-lo em abril de 2019. Era meu jogo favorito na época, eu gostava muito de jogar, tanto sozinho, quanto com amigos. No canal VGM, tem um video que fiz jogando ele, que ficou apenas na lembrança hoje em dia.
Em 2018, enquanto jogava OMD em casa, comecei a encarar o Dynasty Warriors Unleashed no celular. Eu adorava o game, sempre gostei de Dynasty Warriors e o Unleashed me trazia aquela experiência legal da franquia. Porém, fui tentar baixar ele recentemente e não o encontrei na Playstore. Ele se encerrou em maio deste ano. Mais um jogo encerrado.
Hoje jogo Arena of Valor como MOBA e CyberHunter como jogo de tiro FPS/TPS. CyberHunter me lembra muito Rogue Company e Arena of Valor é um jogo MOBA que gostei por causa das referências de Dynasty Warriors.
O Grand Chase que falei acima retornou recentemente, mas é apenas uma sombra do que o jogo era.
E, tendo recebido email hoje avisando que o multiplayer do Dragon's Dogma Dark Arisen se encerra em fevereiro, fica chata essa sensação.
Por isso, vale realmente à pena se dedicar a jogar um MMO, sendo que você sabe o que um dia irá acontecer com ele? Pode ser 2, 3, 4 ou mais anos, mas um dia, o jogo se encerra. Talvez é porque eu já estou calejado ou não tenho sorte de achar um MMO legal que não vá se encerrar tão cedo.
Geralmente eu passo longe de jogos populares, não vejo muita graça neles.
Mas, por hoje é só, galera. Espero que tenham gostado do post de hoje.
Olá, gamers. Tudo bom? Hoje venho falar de mais uma peculiaridade que só acontece na Steam, a loja e "rede social" da Valve, famosa por Counter Strike, Left 4 Dead e outros.
Você, como membro, sabia que não é possível fazer nada na Steam sem comprar pelo menos um jogo? Sim, sem comprar pelo menos 1(um) jogo ou conteúdo, você não pode adicionar amigos, postar no fórum, etc.
E sabia também que na tão odiada Epic Games Store, não existe essa regra? Essa regra não existe em NENHUMA outra plataforma, nem mesmo nos consoles, somente na Steam.
Ou seja, você não tem como viver só de jogos grátis na Steam, já que você fica restrito ao single player ou jogar com aleatórios. Mas, que graça tem jogar com aleatórios, se em determinados jogos da Valve, você não pode jogar modo ranqueado(CSGO cobra uma DLC de 80 reais) ou bater papo por voz(Team Fortress 2 cobra 25 reais)?
Pois é, praticamente a única plataforma que conheço que não dá pra ter uma boa experiência só com jogos grátis sem pagar pelo menos um jogo.
Vindo da PSN, Epic Games Store(que os gamers de PC ODEIAM), eu acho que isso é uma sacanagem. Não importa que os preços da Steam sejam melhores. Steam é DRM e tem essas regras.
Olá, gamers. Tudo bom?
Hoje lhes trago uma noticia não tão animadora, para quem gosta de Free Fire e League of Legends.
Enquanto a Riot Games controla LoL(League of Legends) no resto do mundo, quem é responsável pelo jogo no sudoeste da Ásia é a Garena, dona da Booyah(site de streaming) e desenvolvedora e publisher do jogo battle royale Free Fire.
Jogadores da região SEA(Southeast Asia/Sudoeste da Ásia) sentem-se abandonados, pois não está havendo representação da região em campeonatos como League of Legends Pro League(LPL), por não ter times para torcer, apenas para torneios internos como PCS e Beyond Gaming com incentivo da Garena.
Porém, a Riot em si está conseguindo fazer campeonatos no Vietnam e outros países dessa região depois da pandemia começar.
Desde que a Sea(controladora da Garena) lançou seu app de compras Shopee(app do comercial irritante), o foco da empresa tem mudado de games para compras, o que deixa seus jogos(tanto originais como Free Fire quanto controlados, como LoL) de lado, deixando os jogadores da região que a Sea controla à míngua.
Vira e mexe surgem tópicos no Reddit sobre isso, citando gerenciamento ruim por parte da Garena, tudo sem resposta da publisher. Está claro que a região não está feliz com a controladora, mas não há nada que a Riot possa fazer a não ser deixar o contrato de manutenção com a Garena expirar.
Ironicamente, o seu jogo mais popular, Free Fire(que agora tem uma versão melhorada, o FFMax), não tem muita presença na região, a não ser na Tailândia, apesar do mesmo ter visualização recorde nos campeonatos mundiais. Parece que a amizade com a região acabou e Brasil, India e Rússia são as novas favoritas da empresa.
Resumido e traduzido do artigo da UltiAsia, veja aqui o artigo completo.