sábado, 22 de junho de 2024

Playnite atualização 10.33

Olá, gamers.

Dia 15 de abril chegou a versão 10.33 do frontend Playnite, que permite centralizar seus jogos em um só aplicativo, incluindo jogos emulados através de execução via linha de comando.

A atualização trouxe algumas correções de bugs e melhorias:

  • Atualização da biblioteca WebView;
  • Atualizadas as bibliotecas SDL para entrada de controles e execução de áudio;
  • Correção para o bug do tempo de jogo não contado se o sistema for suspenso durante a jogatina;
  • Correção para o bug do script de encerramento de jogos não funcionar ao desligar o sistema pelo Playnite;
  • Correção para a lista de controles desativados que era limpa ao desativar dispositivos;
  • Correção para o bug da música de fundo reiniciar ao encerrar um jogo;
  • Atualização dos perfis de emuladores(para quem usa emuladores com Playnite);
  • Opção de "Esconder Importados" corrigida para que bloqueie jogos já importados de serem reimportados;
  • Corrigido crash em tela inteira(F11) depois de atualizar a biblioteca;
  • Corrigido crash quando fechar o Playnite e desconectar controles;
  • Corrigido crash ao checar datas em configurações específicas de região no Windows.

Estão aí todas as correções desta versão 10.33 do Playnite.

Novidades no Update 30.20 do Fortnite

Olá, gamers. Hoje lhes trago updates do Fortnite, mais especificamente a atualização 30.20 do game. Bora para as novidades:

Modo RELOAD

Com esse update, chega o submodo Reload, disponível em construção zero e battle royale. RELOAD nada mais é do que você morreu, volta pro jogo depois de 10 segundos enquanto tiver alguém da sua equipe na partida. Basicamente como o ressurgência do COD Warzone(so Warzone é OUTRO JOGO). Além disso, o Reload trás o mapa do Capítulo 1 de Fortnite, ou seja, o primeiro mapa do jogo poderá ser jogado em Construção Zero no modo Reload.

Mini passe Piratas do Caribe

Chegando também nesta atualização, o mini passe de batalha de Piratas do Caribe estará disponível para ganhar pontos, completando tarefas relacionadas ou não relacionadas ao passe. É bem interessante algo desse tipo para trazer mais coisas para o jogo e novas audiências, porém, poderia ter mais do que isso. Chegarão itens para Lego Fortnite e Rocket Racing*. Não tenho certeza se chegarão itens para o Fortnite Festival, mas pode ser que sim.

Remoção dos Carros

Alguns veículos, como os carros, foram removidos do jogo nos modos CZ(construção zero) e Battle Royale, segundo o trailer que saiu protagonizado por Kai Cenat(só sei que é um rapper, nada além disso).

Arquivos Criptografados

Foram encontrados alguns arquivos criptografados iniciados com PAK. Segundo o tweet de Iannzits, 5 dos PAKs incluem texturas em HD para o jogo. O que será que a Epic está tramando agora? Por enquanto, o que se sabe é que a mochila do Vault Boy(Fallout) está no meio dos PAKs.

Armas Clássicas

Algumas armas clássicas voltam ao jogo. Legal ver elas de volta, já que são as que estão disponíveis no Salve o Mundo, exceto pela desempuxadora e algumas específicas.

Além disso, a Manopla de Magneto, capaz de levitar objetos, está no jogo. Quero só ver o povo reclamar novamente.

Opinião

No geral, gostei dos updates, novos modos são sempre bons. Porém, queria que algumas coisas como os aviões, voltassem, pelo menos no criativo/UEFN. Gostava demais dos combates aéreos quando tinha eles. Fora isso, 

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Análise: Lego Jurassic World

Olá, gamers. Tudo de boa? Hoje lhes trago mais uma análise. Desta vez, do jogo Lego Jurassic World. Lego Jurassic World é mais um dos jogos da Lego, desta vez focado na série Jurassic Park e sua sequência, Jurassic World.

Lançado dia 12 de junho de 2015, Lego Jurassic World é um jogo de ação e aventura desenvolvido pela TT Games e publicado pela Warner Bros Games, como um acompanhamento para o lançamento do filme Jurassic World, que foi lançado dez dias antes do jogo. Esta review, ao contrário das outras, terá uma quarta seção.

O jogo conta a história dos três primeiros filmes de Jurassic Park, jogando uma história por vez com créditos no final. Necessário finalizar cada uma para ir para a próxima. E inclui a história do primeiro filme de Jurassic World.

Em Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros, os arqueólogos jurássicos Alan Grant e Ellie Sattler são convidados para visitar o novo empreendimento de John Hammond, e acabam tendo de resolver várias situações que aparecem no jogo, junto de outros personagens, como Ian Malcolm, os netos de Hammond e alguns funcionários do parque.

Partes 2 e 3 seguem as histórias dos filmes.

Em Jurassic World, temos a história pela visão de Zack e Gray, sobrinhos da diretora do Jurassic World no primeiro filme. Durante uma aventura na Geoesfera, eles acabam dando de cara com a Indominus que havia fugido de sua jaula e tentam fugir, ao mesmo tempo que precisam resolver puzzles para fazê-lo.

Gráficos

O jogo é bonito e bem colorido no geral, com praticamente tudo no estilo Lego. Apesar de ter sido lançado no PS3/X360, recebeu melhorias gráficas no PS4, XBOX One, PC e Switch. Não há muito o que destacar, mas também não tem falhas gráficas. Apesar disso, o jogo chega a ficar muito escuro dependendo da situação que você está, como no resgate dos netos de Hammond na chuva e em outras situações noturnas. Recomendo, nestas partes, aumentar a iluminação LED/LCD de sua TV/seu monitor, pois dependendo da quantidade de luz solar que bate na tela, pode ficar impossível de ver, e, em algumas situações do jogo, ficar alerta na tela é necessário. Explicarei mais em Jogabilidade.

Som

A sonoplastia de Lego Jurassic World é basicamente a de Jurassic Park/Jurassic World. O som dos dinossauros está muito bom, movimentos, vozes, disparos, etc. Tal como em Lego Fortnite, o T-Rex e a Indominus causam muito ruído de 100Hz ao andar, fazendo bastante vibração. Personagens como Dennis Nedry e outros gritam ao serem jogados no ar pelos dinos, gritam ao cair, ao tomar dano, etc.

Jogabilidade

A jogabilidade de Lego Jurassic World é a de ação. Pular, bater, variações do Butt Stomp do Mario, atirar com armas e objetos, pendurar em cordas/cipós, andar em cantos, pulos sequenciais, etc. Mas, o maior ponto de Lego Jurassic World neste quesito é os puzzles. O jogo é CHEIO deles, com hacking, empurrar objetos, derrubar panelas para fazer barulho, jogar escadas, derrubar cordas, entre outros.
Alguns puzzles específicos levam para momentos de comédia também. Além de tudo isso, o jogo tem cooperativo local, cada um pegando um controle e jogando. Os personagens do jogo tem estatísticas e habilidades diferentes, além de poder controlar alguns dinossauros, como o esquadrão treinado do World e o Triceratops do Park 1. Tem muitas situações de correria, como fugir dos triceras, do t-rex e outros momentos de fuga.
Uma outra coisa que tem no jogo é momentos em Quick Time, nos quais você precisa reagir com o botão correto para poder avançar. Os botões aparecem na tela e você deve apertá-los na ordem que aparecem. Em situações de luz solar muito forte, fica meio difícil saber o momento de apertar, pois precisa ficar atento na cena em alguns momentos, o jogo não tem indicador visual de quando apertar(um circulo fechando, por exemplo).
Você vai liberando personagens, veículos e dinossauros para um outro modo de jogo que é destravado ao finalizar o Jurassic World.

Humor/Comédia

Um dos pontos mais interessantes do jogo é o humor dele. Tem várias situações que você vai se pegar rindo do jogo, como um velociraptor no freezer, e outros. Não vou contar todos para não perder a graça.
Rachei de rir nessas situações do jogo.

Veredito

No geral, eu gostei desse game. Joguei quando lançou e graças a um primo meu, joguei novamente. Vale a pena jogar com amigos, família, namorado/namorada, esposo/esposa, etc. É divertido, relaxante e ao mesmo tempo, um pouco desafiador.

quarta-feira, 19 de junho de 2024

Análise: Lego Fortnite

Olá, gamers. Tudo de boa? Depois de um tempão inativo, venho trazer mais uma análise. O jogo da vez é o LEGO FORTNITE.

Primeiro, o que é LEGO FORTNITE?

Lançado dia 7 de dezembro de 2023, como parte da iniciativa FORTNITE GAME HUB, com a qual a Epic Games planeja transformar Fortnite em um hub de jogos, Lego Fortnite é uma parceria entre a empresa Lego e a Epic Games.

Lego Fortnite é um jogo estilo Minecraft que o mistura com Lego. O jogador é capaz de jogar com os personagens de Fortnite transformados em Lego Minifigures(explicarei mais adiante) e construir as coisas usando blocos lego. Basicamente, o jogador cria seu mundo ou sobrevive ao mundo que tem criaturas desde simples aranhas e esqueletos, até gigantes que dão muito dano. Tal como Minecraft, Lego Fortnite também tem Criativo e Sobrevivência, porém só oferece 10 slots de mundos.

Gráficos

Os gráficos de Lego Fortnite são bonitos, isso que testei em Playstation 4, PC e Nintendo Switch. Nintendo Switch parece estar a 30 FPS ao invés de 60, mas só isso. O jogo é muito bonito, cores vibrantes do estilão de Fortnite mesmo.

Som

A sonoplastia de Lego Fortnite é boa, se não fosse por uma coisa irritante que os NPCs fazem, que é ficarem parados em frente à praça da vila e exclamarem "Oohh, aahh" várias vezes*. Isso irrita demais, geralmente são visitantes que fazem isso.
Fora esse bugzinho, a sonoplastia é boa, já que tem vários sons, como esqueletos que fazem um som de xilofone(referência ao Homer falando isso) quando estão alertas e estão se aproximando, brutos que causam vibrações em 100Hz, aranhas que sibilam, etc.

Jogabilidade

A jogabilidade de Lego Fortnite é o estilão de Minecraft, mas usando algumas coisas do próprio Fortnite, como a barra de acesso rápido de 5 itens ao invés de 10. Comandos respondem bem em todas as plataformas. Ataques rápidos, esquivas e outras coisas. Só a construção que é um pouco esquisita, já que alguns itens não tem versão pequena, como escadas que são necessárias dependendo do local onde você tem base montada. Você pode convidar NPCs para se juntarem à sua vila e os mesmos podem te ajudar com os cuidados e proteção da vila. Além disso, você pode ter um número ilimitado de vilas, desde que estejam a pelo menos 300 metros uma da outra(tenho algumas à 500 metros e outras à 1Km + ou -). Não sei se esse é o limite mínimo de proximidade.
Ao criar uma praça de vila, o jogo mostra um círculo amarelo ao redor da vila. Porém, ao contrário da vila de Palworld que sincroniza itens em baús, permitindo que você os use mesmo não os carregando, Lego Fortnite não tem esta feature.
Uma feature diferente de Minecraft é que o mundo em Lego Fortnite é persistente, ou seja, enquanto o dono do mundo estiver fora, seus convidados podem, se tiverem permissão, continuar jogando no mesmo mundo. Isso requer servidor alugado pra funcionar em Minecraft. Porém, só funciona ao distribuir chaves para seus amigos. Se convidar normalmente, eles serão chutados pelo jogo quando você encerrar a partida.

Veredito final

Vale a pena jogar, é muito divertido e acaba com o stress do dia a dia. Único ponto negativo dele é não ter split-screen, mas dá pra jogar de boa entre mobile, Switch, PC, PS4 e XBOX One. Ou seja, não faltam plataformas onde jogar este jogo.

Sobre as minifigures: Minifigures são os personagens criados em Lego. Os primeiros legos como o Kit Básico tinham poucas minifigures, os mais novos vem com mais delas e mais bem feitas.

Eu tive Lego quando era criança e tinha o kit básico(básico, mas vinha mais de 1000 peças em uma lata vermelha). Gostava demais de brincar com ele quando era criança.

*Bug corrigido na versão 30.20 do Lego Fortnite

sexta-feira, 28 de julho de 2023

Análise: Ready or Not - Seja Operador da Swat em um Jogo

 Olá, gamers. Hoje, depois de um tempo, trago mais uma análise. E desta vez:

Ready or Not é um jogo desenvolvido pela Void Entertainment na Unreal Engine 4. O game simula com alta fidelidade as operações da S.W.A.T.(Equipe de Armas e Táticas Especiais dos EUA) com uma cidade fictícia chamada Los Sueños(uma referência a Los Angeles, sede oficial da S.W.A.T.).

Basicamente, o jogador é o líder(em single player) ou membro(em multiplayer) de um esquadrão de 5+ membros e tem que resolver a situação da missão sem desobedecer as regras de engajamento(são regras oficiais da SWAT, o disco 2 de Swat 3 explica sobre).

Gráficos de Ready or Not:
Nesta parte, irei me basear em streams e videos, pois meu computador, mesmo com Xeon, ainda não está bom para executar o game em alta qualidade. Sendo assim, acompanhando videos e streams, percebi que a qualidade gráfica deste jogo é ótima. Tudo muito bem desenhado, desde objetos do cenário, até o detalhe de PiP da camera espelho(usada para ver embaixo da porta). Tudo é muito bem feito, com muito capricho no design e texturização.

O Som de Ready or Not
O som de Ready or Not está no meio termo entre Swat 4, com vozes legais de comando e sons que deveriam ser pesados estão mais leves, e Rainbow Six Siege, chacoalhando a tela quando granadas e dispositivos de explosão são ativados. Eu gostaria muito que as explosões fossem bem mais pesadas, ao ponto de vibrar um fone, ou que tivesse um EQ dentro do aplicativo. Fora isso, os disparos estão mais pesados que um jogo de tiro comum. É claro, não vamos querer que uma granada soe igual um STDM, mas poderia ter um pouco mais de peso no som tanto delas quanto da carga de demolição.
STDM: Míssil padrão em Project Wingman, tem um som pesado quando explode.

A Gameplay de Ready or Not
O jogo começa com a equipe, sendo você e seus aliados, chegando ao local da missão dentro da van(mostra na tela pré-missão). O manejo e a balística estão muito bons, dá pra realmente sentir as reduções de recuo de cada peça, sentir a arma disparando(devido ao som mais grave, meio que substitui a falta de vibração no mouse) e vários outros detalhes. A inteligência artificial não perdoa, é um dos jogos mais difíceis de solar. O jogo trás também o sistema de Tactical Reload(acho que deveria ser padrão pro R6 Siege em torneios, o jogo tem, mas não é usado), no qual você troca o pente entre 4 que você carrega ou descarta um pente vazio ou meio cheio. O meio cheio pode ser recolhido e dado a um aliado.

Multijogador/Multiplayer de Ready or Not
Se tratando de um jogo tático, não pode faltar uma opção de multijogador. Ready or Not possui um modo multijogador, podendo hospedar uma sessão ou entrar em uma, e jogar com amigos. Esquadrões como GLID Gaming e Force in Special Tactics fazem isso.

Geral
Pelo preço do jogo, vale a pena comprar. Mas recomendo aguardar uma promoção. O jogo é muito bom, mas é mais divertido entre amigos, principalmente pela comunicação. Recomendado!

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Análise: Distance

Olá, gamers. Tudo bom? Hoje lhes trago mais uma análise. Desta vez, de um jogo de corrida divertidíssimo chamado Distance.

Distance é um jogo de corrida criado pela Refraction Studios, e trás vários modos de jogo, como Sprint, Challenge, pista desconhecida(Trackmogrify) e corridas online. Ele é futurista e sua campanha possui uma história onde você tem que chegar a um certo ponto em um tempo determinado. A campanha não tem muita espera entre cada fase, apenas um curto loading(cerca de 20 a 30 segundos). E cada fase apresenta desafios cada vez mais interessantes, como partes para saltar, quebras de pista, moedores, paredes e outras coisas.

A JOGABILIDADE DE DISTANCE
Distance é um jogo que responde bem aos controles, é possível jogar tanto com teclado quanto com controle. O jogo é muito responsivo. Você sente o carro virando pela câmera dele, que dá uma puxada, ao estilo dos arcades como Sega Super GT, Daytona USA e Cruis'n Blast. Também dá a opção de instalar modificações via Oficina Steam, nas quais dá para encontrar várias e várias pistas de Hot Wheels e F-Zero. Eu encontrei até a Sol 2 do Wipeout HD. Algumas pistas padrões do Distance me lembraram o BallisticNG. E tem o Trackmogrify, que vai adicionar centenas de horas e centenas de pistas para você jogar.

OS GRÁFICOS DE DISTANCE
Apesar dos requerimentos modestos(requer uma GTX560 como recomendada), Distance é um jogo muito bonito visualmente. As pistas são muito bem desenhadas, o carro padrão também. Tudo é muito bem feito nesse jogo. A Refraction caprichou muito nele.

O SOM
O som do Distance é muito bom, bem mixado em surround. Trás uma voz que fala em certos eventos do jogo, como batidas, manobras, etc. Tem uma música de fundo que toca, mas o jogador pode incluir outras músicas se quiser. Existe um menu no menu áudio para isso.

RECOMENDADO?
Eu gostei muito do jogo. Vale muito a pena jogar, já que possui a capacidade de ser modificado.

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Honor of Kings(análise beta)

Fala, pessoal. Beleza? Hoje lhes trago uma análise do beta de Honor of Kings, um moba já antigo na China e que está chegando ao Brasil.

Honor of Kings, criado pela TIMI Studios e publicado pela Tencent, é um moba jogado na China, e que veio como Arena of Valor para nós do ocidente.

Traduzido como Honra dos Reis, Honor of Kings é ambientado no período da Guerra dos Três Reinos, no qual os reinos de Shu, Wu e Wei estavam em guerra entre si. A história dos três reinos foi relatada nos jogos Dynasty Warriors e Romance of the Three Kingdoms, e no livro Romance of the Three Kingdoms.

O JOGO:
Honor of Kings, como dito, é um arena de batalha multijogador online, um jogo no qual os jogadores se enfrentam em combates 5v5, buscando conquistar os objetivos no mapa e destruir o núcleo da equipe oponente. Típico gameplay de qualquer moba, nada de tanto destaque nisso. Mantém o estilo de jogatina espelhada de Arena of Valor, o que facilita um pouco a transição. Os botões de toque são bem responsivos, apenas os de subir nível são um pouco menores do que Arena of Valor. Fora isso, a gameplay é bem flúida.

OS GRÁFICOS:

Neste ponto, notei uma grande diferença de AoV para este jogo. Honor of Kings tem muito mais detalhe no mapa, o mapa do mesmo é muito mais detalhado, e muito mais bonito do que Arena of Valor. Percebi que houve uma decadência com o tempo em Arena of Valor. Realmente espero que a TIMI mantenha essa qualidade gráfica. Falando de gráficos, percebi que o jogo é bem otimizado, rodou muito bem em um dispositivo que o Arena às vezes dava problema.

O SOM:
No som, áudio bem mixado, dá pra ouvir claramente os sons e as vozes do jogo, sem falar da dublagem que está muito boa. A qualidade está ótima.

BUGS:
Não tem muito o que falar de bugs, sendo a análise feita na versão 0.3 do jogo, notei um pequeno bug com a latência do jogo no menu, além de ter bugs no tutorial(ele não reconhece os toques no botão de ir para o teste de batalha(depois de fazer o primeiro tutorial). No caso, recomendo sair e reabrir o jogo. Fora isso, não encontrei outros bugs.

Recomendado ou não? Sim, recomendo se você quer um moba novo para jogar. O jogo é bem divertido e vale a pena jogar.

terça-feira, 26 de julho de 2022

Análise: MultiVersus

Olá, gamers. Tudo bom? Dado o lançamento do beta aberto de MultiVersus, venho trazer uma análise dele, ou o que eu achei do pouco que joguei.

MultiVersus é o mais novo jogo da Warner Bros Games. É um jogo de luta 1x1, 2x2 ou todos contra todos, ao estilo de Super Smash Bros Ultimate. Nele, você escolhe personagens como Salsicha(Scooby Doo), Pernalonga, Batman, Mulher Maravilha e outros, e parte para a porrada contra outros personagens da Warner Brothers.
MultiVersus é focado em combates online, não tem qualquer tipo de modo offline ou história, apenas pegar personagem e partir para a porrada.
Ele possui modos de treinamento para você treinar os golpes dos personagens e tem 4 personagens liberados do começo, o resto tendo que destravar conforme joga comprando com moedas que você ganha em combate ou pagando com dinheiro.
Existem também pacotes que você compra para liberar todos os personagens.

HISTÓRIA
Que história? O jogo não tem qualquer tipo de história, apenas os personagens se juntaram para enfrentar outros no "multiverso", daí o nome do jogo.

GRÁFICOS
O jogo em si é "bonito", porém, poderia ser muito melhor visualmente. Os personagens que você joga tem um contorno chapado ao redor deles, o que deixa o jogo meio feio. Dá uma sensação de clone de Brawlhalla devido à impressão de serem apenas 2D, não 3D em fundos 2.5D.

JOGABILIDADE
Um dos maiores pontos que notei é que, para ter uma boa movelist, a Warner misturou golpes que seriam especiais no botão de golpe básico. Além disso, também que o jogo está com uma latência(veja retificação abaixo) bem chatinha ao jogar no online, mesmo em conexão cabeada. O fato também de ser apenas PvP, tira um pouco a graça para quem não gosta de jogar contra outros jogadores. Espero que a Warner retifique isso futuramente.
Retificação: Identificado problema de região. Por algum motivo, o jogo configurou minha região como sendo Africa do Sul e não América do Sul. Reconfigurei e resolvi o problema da latência.

MULTIPLAYER:
Aqui é o ponto forte do jogo, o multijogador. É muito rápido achar jogador para lutas, o que me impressionou, já que esses jogos costumam demorar para achar partida. Pode-se jogar 1x1, 2x2 ou todos contra todos até 4 jogadores.
 
ÁUDIO:
Aqui o MultiVersus é bem fraquinho. O som dele é apenas estéreo, então, quem tem receiver surround não vai desfrutar de som surround neste jogo(ao contrário de Smash Ultimate que suporta Surround 7.1).

No geral, eu recomendo para quem gosta de partidas PvP, que é o forte do jogo. Se você gosta de contra IA ou uma campanha, recomendo que não jogue.

Atualizada em 27/07/2022 para explanar sobre problema de latência.

sábado, 9 de julho de 2022

Análise: Cruis'n Blast

 Fala, gamers. Tudo de boa? Hoje lhes trago mais uma análise.

Desta vez, desse jogão aí da imagem. Cruis'n Blast é o mais novo jogo da franquia Cruis'n. Desenvolvido pela Raw Thrills, com a equipe de desenvolvimento original da série, Cruis'n Blast é um ótimo jogo para se divertir no Nintendo Switch. Foi lançado em 14 de setembro de 2021 para o console, e eu peguei em pré-venda.

OS GRÁFICOS:

Cruis'n Blast é lindo, graficamente falando. As pistas são muito bem feitas, texturas de alta qualidade e os carros tem um efeito de "espelhamento" na lataria dos mesmos. Além disso, em algumas situações, o jogo recebe alguns frames como um de fogo circular quando se usa o boost(chamado de BLAST) pelo jogo. Tem chuva, explosões, dinossauros passando, ovnis, etc. Tudo em 60 quadros por segundo em 1080p(na TV) ou 720p(portátil). A taxa de frames só cai para 30 FPS com mais de dois jogadores presentes(3 ou 4).

O SOM:
O som de Cruis'n Blast é muito bom. Mixado em Surround 7.1, com downmix pra 5.1 ou estéreo. Ouve-se o som dos veículos, a música de fundo(o jogo tem umas 10 músicas), som ambiente, etc. Ótima qualidade, sem qualquer problema.

A GAMEPLAY:
Cruis'n Blast trás de volta a gameplay radical dos jogos antigos, só que desta vez, com muito mais loucura, como saltos gigantes, manobras, boosts e mais um monte de coisa. Além disso, tem polícia perseguindo você e os outros corredores, dinossauros passando(não causam dano), ovnis disparando e mudando o trajeto, etc.

MULTIJOGADOR:
O jogo trás dois modos multiplayer. O MULTIPLAYER em si, no qual cada jogador pega um controle e o LOCAL PLAY, no qual se conectam vários Switches.

GERAL:
O jogo é muito divertido, bem gostoso de jogar. Não me arrependo nem um pouco de ter comprado. Por mais que Asphalt é bem conhecido, acho que Cruis'n Blast em algumas partes dá uma surra no game de corrida da Gameloft. Recomendado demais se você que curtir uma jogatina relaxante com os amigos, como um final de semana ou um dia com família. Em fliperamas com Blast presente, as crianças adoram, segundo algumas fotos do Twitter da Raw Thrills(produtora do jogo).

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Análise: Arena of Valor(Mobile)

Fala, pessoal. Beleza? Hoje lhes trago uma análise do jogo Arena of Valor, de celular.

Arena of Valor é um MOBA(Multiplayer Online Battle Arena=Arena de Batalha Multijogador Online) criado pela TIMI Studios e publicado e distribuido pela Tencent Games(Garena no leste asiático). Arena of Valor é basicamente um moba clássico, popularizado pelos jogos DOTA 2 e League of Legends.

AoV, como é conhecido, possui uma quantidade variada de personagens, como um caçador(Valhein), uma fada e outros. Recebeu também personagens criados pela DC(parte da Warner) como Superman, Batman, Mulher Maravilha e Coringa, além de algumas skins de Sword Art Online e Bleach.

Na questão de gameplay, Arena of Valor mantém a visão superior de outros mobas. Porém, único para AoV é o sistema espelhado. Diferente de League of Legends e Dota 2, a equipe que o jogador representa sempre estará na parte inferior esquerda do mapa e os inimigos na superior direita. Segundo a TIMI Studios, isso foi feito para que os controles não obstruíssem a visão dos personagens. Ou seja, você sempre estará na parte de baixo. Como em um moba comum, seu objetivo é destruir as torres adversárias e em seguida o núcleo. A equipe que perder o núcleo leva a derrota.
Na parte de evolução do personagem, AoV usa o sistema de loja como no League of Legends. Mas, dois itens aparecem e você escolhe um deles tocando o mesmo na tela, ao invés de vasculhar um inventário cheio de itens como no jogo da Riot Games. A evolução é feita através de itens adquiridos que podem aumentar a velocidade do ataque automático, aumentar dano, velocidade e outros parâmetros de seu personagem jogado.

Em questão de gráficos, o jogo é bonito visualmente e executa tranquilamente em uma Adreno 512(placa de video de meu celular, um Redmi Note 7). O campo de batalha não é tão decorado como em League of Legends, e o jogo tem menos minions na tela por vez. Porém, ainda assim, eu considero o jogo bonito, pelas skins que tem, que são bem decoradas.

No som, o jogo tem um som legal. Algumas frases estão dubladas para o português, outras ainda não. Aos poucos, a produtora está dublando os personagens e suas falas. Algumas skins tem falas diferentes.

No online que é a parte principal de Arena of Valor, o jogo é bem amigável para quem está iniciando, pois dá pra pegar jogadores do seu nível ou um pouco abaixo(um prata I pega jogadores de Bronze IV a Ouro I, por exemplo), o jogo explica quais colocações pegam quais jogadores. Porém, às vezes, o jogo dá uma subida de tempo de resposta que atrapalha demais para jogar, o que poderia ter sido corrigido na atualização longa que teve no dia 12/04.

Resumindo tudo, eu gostei do jogo, é muito mais amigável do que um League of Legends ou DOTA 2. Tem seus poréns, mas o jogo está bom. Espero que a empresa o melhore em certas partes como ditas acima. Recomendo para aqueles que querem tentar um novo moba.

domingo, 30 de janeiro de 2022

Ubisoft e o drama de Hyper Scape e Ghost Recon Frontline

E aí, gamers? Tudo bom? Hoje lhes trago mais uma postagem, que desta vez é uma noticia sobre o jogo Hyper Scape, o battle royale da Ubisoft e o Ghost Recon Frontline, que ainda está para ter seu beta anunciado.

Primeiro, sobre Hyper Scape, a Ubisoft anunciou no dia 27 de janeiro que o seu battle royale, Hyper Scape, será desativado e encerrado. O game teve seu encerramento anunciado para 28 de abril pela Ubisoft. Hyper Scape era considerado a resposta da Ubisoft para Call of Duty: Warzone, Fortnite da Epic Games e Apex Legends.

A partir do dia 28 de abril, não será mais possível se conectar aos servidores de Hyper Scape para jogar. O que é uma pena. Se vocês leram meu post(A Queda do Online), vocês irão entender o quão chato é ver um jogo encerrar. Por mais que alguns o considerem rejeitável, Hyper Scape para outros poderia ser legal.[1]

Agora, vamos para a outra notícia do dia. O que ocorreu com Ghost Recon Frontline? O Ghost Recon Frontline é um jogo da franquia Ghost Recon que visa colocar os jogadores em equipes pequenas para cumprir objetivos em um mapa estilo battle royale. Esse estilo de gameplay é mais o estilo da Zona Cega do The Division, na qual os jogadores também completam objetivos e extraem, diferentemente de um battle royale, no qual não há extração ou fuga.

Em um video[2] do William Rof, um prominente Youtuber sobre jogos táticos e simuladores militares, ele comenta sobre a ausência de mais informações sobre o jogo, além do beta do jogo ter sido adiado após ser anunciado. Depois de uma avalanche de opiniões ruins sobre o jogo, a Ubisoft decidiu não lançar o beta ainda do jogo. Daí vem a impressão do jogo ter sido cancelado, mas não temos mais informações.

Frontline parece ser interessante, é uma proposta mais inovadora. Porém, a crítica é a mesma que tive com Rainbow Six Siege, não é o foco da série fazer um jogo multiplayer que é mais run and gun do que tática. Por mais que alguns vão dizer que estou pegando pesado, mas William Rof critica justamente isso com Ghost Recon Frontline, e a maior parte da comunidade da série não gostou do novo jogo. Isso deve explicar um pouco a recuada da Ubisoft. Mas, não sabemos o que irá acontecer a seguir, se vai ser cancelado ou não. Quando tivermos mais, teremos um novo post sobre isso.

Bom, pessoal. A noticia de hoje é essa. Entrem no Discord para mais noticias, para interagir e saber quando entro ao vivo e posto videos. Até a próxima.

1: Noticia do CanalTech sobre Hyper Scape

2: Video do William Rof

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

A Queda do Online

E aí, gamers? Tudo de boa? Hoje venho falar de um assunto o qual pode ser meio deprimente para um gamer, ou não, se você for o tipo que nem se importa.

Venho falar do FIM.

O que quero dizer com isso? Quero dizer que todos os jogos que você acha bons, um dia se encerram. Aquele jogo que você jogava online com os amigos, hoje pode não existir mais.

Foi assim comigo em vários jogos que eu gostava há um tempo atrás.

Minha primeira experiência completamente online jogando um MMO(jogo multiplayer massivo online) foi com o jogo Grand Chase, um clássico. Jogava na season 1 e 5.

Joguei GC até meados de 2015, quando foi anunciado o encerramento pela Level Up Games(hoje Hype Games).

Joguei outros jogos online que não eram tão interessantes até 2017, quando descobri um jogo chamado Orcs Must Die: Unchained. Aquele pra mim foi um clássico. Jogava direto com amigos, era muito divertido. Ao mesmo tempo que jogava Paragon, um jogo MOBA da Epic Games, que pra mim era o moba perfeito. Em 2018, o game foi fechado, porque a Epic queria focar em Fortnite.

Comecei então com um MOBA da Nexon chamado Hyper Universe, era um moba estilo plataforma, no qual as lanes eram representadas por plataformas e você tinha que subir escadas. Era um jogo bem divertido, que tinha até uma história. Porém, não durou muito. A Nexon fechou o jogo no PC e manteve por um tempo no XBOX One, até decidir encerrá-lo de vez.

Continuei no OMD Unchained, até a empresa fechá-lo em abril de 2019. Era meu jogo favorito na época, eu gostava muito de jogar, tanto sozinho, quanto com amigos. No canal VGM, tem um video que fiz jogando ele, que ficou apenas na lembrança hoje em dia.

Em 2018, enquanto jogava OMD em casa, comecei a encarar o Dynasty Warriors Unleashed no celular. Eu adorava o game, sempre gostei de Dynasty Warriors e o Unleashed me trazia aquela experiência legal da franquia. Porém, fui tentar baixar ele recentemente e não o encontrei na Playstore. Ele se encerrou em maio deste ano. Mais um jogo encerrado.

Hoje jogo Arena of Valor como MOBA e CyberHunter como jogo de tiro FPS/TPS. CyberHunter me lembra muito Rogue Company e Arena of Valor é um jogo MOBA que gostei por causa das referências de Dynasty Warriors.

O Grand Chase que falei acima retornou recentemente, mas é apenas uma sombra do que o jogo era.

E, tendo recebido email hoje avisando que o multiplayer do Dragon's Dogma Dark Arisen se encerra em fevereiro, fica chata essa sensação.

Por isso, vale realmente à pena se dedicar a jogar um MMO, sendo que você sabe o que um dia irá acontecer com ele? Pode ser 2, 3, 4 ou mais anos, mas um dia, o jogo se encerra. Talvez é porque eu já estou calejado ou não tenho sorte de achar um MMO legal que não vá se encerrar tão cedo.

Geralmente eu passo longe de jogos populares, não vejo muita graça neles.

Mas, por hoje é só, galera. Espero que tenham gostado do post de hoje.

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Steam: Sem pagamento, sem amigos

Olá, gamers. Tudo bom? Hoje venho falar de mais uma peculiaridade que só acontece na Steam, a loja e "rede social" da Valve, famosa por Counter Strike, Left 4 Dead e outros.

Você, como membro, sabia que não é possível fazer nada na Steam sem comprar pelo menos um jogo? Sim, sem comprar pelo menos 1(um) jogo ou conteúdo, você não pode adicionar amigos, postar no fórum, etc.

E sabia também que na tão odiada Epic Games Store, não existe essa regra? Essa regra não existe em NENHUMA outra plataforma, nem mesmo nos consoles, somente na Steam.

Ou seja, você não tem como viver só de jogos grátis na Steam, já que você fica restrito ao single player ou jogar com aleatórios. Mas, que graça tem jogar com aleatórios, se em determinados jogos da Valve, você não pode jogar modo ranqueado(CSGO cobra uma DLC de 80 reais) ou bater papo por voz(Team Fortress 2 cobra 25 reais)?

Pois é, praticamente a única plataforma que conheço que não dá pra ter uma boa experiência só com jogos grátis sem pagar pelo menos um jogo.

Vindo da PSN, Epic Games Store(que os gamers de PC ODEIAM), eu acho que isso é uma sacanagem. Não importa que os preços da Steam sejam melhores. Steam é DRM e tem essas regras.

domingo, 3 de outubro de 2021

Garena Criticada, Riot em Problemas

Olá, gamers. Tudo bom?

Hoje lhes trago uma noticia não tão animadora, para quem gosta de Free Fire e League of Legends.

Enquanto a Riot Games controla LoL(League of Legends) no resto do mundo, quem é responsável pelo jogo no sudoeste da Ásia é a Garena, dona da Booyah(site de streaming) e desenvolvedora e publisher do jogo battle royale Free Fire.

Jogadores da região SEA(Southeast Asia/Sudoeste da Ásia) sentem-se abandonados, pois não está havendo representação da região em campeonatos como League of Legends Pro League(LPL), por não ter times para torcer, apenas para torneios internos como PCS e Beyond Gaming com incentivo da Garena.

Porém, a Riot em si está conseguindo fazer campeonatos no Vietnam e outros países dessa região depois da pandemia começar.

Desde que a Sea(controladora da Garena) lançou seu app de compras Shopee(app do comercial irritante), o foco da empresa tem mudado de games para compras, o que deixa seus jogos(tanto originais como Free Fire quanto controlados, como LoL) de lado, deixando os jogadores da região que a Sea controla à míngua.

Vira e mexe surgem tópicos no Reddit sobre isso, citando gerenciamento ruim por parte da Garena, tudo sem resposta da publisher. Está claro que a região não está feliz com a controladora, mas não há nada que a Riot possa fazer a não ser deixar o contrato de manutenção com a Garena expirar.

Ironicamente, o seu jogo mais popular, Free Fire(que agora tem uma versão melhorada, o FFMax), não tem muita presença na região, a não ser na Tailândia, apesar do mesmo ter visualização recorde nos campeonatos mundiais. Parece que a amizade com a região acabou e Brasil, India e Rússia são as novas favoritas da empresa.

Resumido e traduzido do artigo da UltiAsia, veja aqui o artigo completo.

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

WipEout Rush: Chegando para Decepcionar

Olá, gamers. Tudo bom? Hoje lhes trago uma notícia não muito boa, sobre uma franquia que eu amo, chamada WipEout. Um novo jogo foi anunciado na franquia, o nome é WipEout Rush.

E porque não é uma boa notícia? Bem, porque é um jogo mobile, que vai vir abarrotado de microtransação.

O jogo vai ser um game no qual a nave anda sozinha na tela e você vai selecionar cartas para dar upgrade na nave ou usar alguns itens quando necessário, como armas, e coisas do tipo. Porém, você não dirige a nave e apenas "gerencia" o piloto.

Desenvolvido pela Rogue Studios, o jogo vai sair para Android e iOS, em estilo vertical. Segue trailer dessa coisa:

Sério, quem teve a ideia de fazer essa coisa? Que pena que teremos isso ao invés de um novo jogo. Uma franquia se acabar assim. O trailer tá com MUITOS downvotes.

Bom, pessoal. Por hoje é só.


sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Left 4 Dead: Zumbis e Muita Correria / Left 4 Dead 2

Olá, gamers! Bem-vindos a mais uma análise. Desta vez, trago para vocês a análise do jogo Left 4 Dead e sua sequência.

Left 4 Dead é um jogo de sobrevivência baseado em equipe de 4 jogadores desevolvido pela Valve South(agora Turtle Rock Studios) e publicado pela Valve Software(Valve Matriz) e lançado em 17 de novembro de 2008.

Em Left 4 Dead, um virus, chamado apenas de Infecção, assolou o universo do jogo e transformou todos, exceto 4 pessoas, em criaturas conhecidas por nós como zumbis. E, esses quatro sobreviventes, tentam se aventurar pelas ruas infestadas de zumbis a fim de buscar resgate e evacuar a cidade.

Left 4 Dead possui várias campanhas e cada uma conta uma parte da história do jogo. O objetivo principal é atravessar sozinho ou com amigos/desconhecidos até o ponto final da campanha. O jogo possui várias armas, cada uma com seu recuo e suas peculiaridades.

E, como é de zumbis, o jogo possui vários tipos de zumbis, desde o tank(o forte, que consegue nocautear um sobrevivente), bruxa(morte certa se provocada), boomer(vomita alertando os zumbis próximos), hunter(caçador, fica escondido e pula nos sobreviventes) e smoker(deixa uma fumaça quando morto e consegue agarrar sobreviventes com sua língua). Além desses que são chamados especiais, existem os comuns e os incomuns. Os incomuns possuem algumas peculiaridades como imunidade a fogo ou podem fazer barulho.

O jogo em si é bem divertido de jogar, ainda mais em grupo com amigos. Dá pra rir bastante com as coisas que acontecem. E, os zumbis são bem ágeis, correm, dão porrada, etc.

Sobre gráficos, hoje em dia, o jogo ainda se mantém bonito, apesar de ser antigo.

Um ano depois, em 2009, foi lançado o Left 4 Dead 2, com novos sobreviventes. Novos tipos de zumbis foram trazidos ao jogo, mantendo os antigos.

Left 4 Dead 2 também puxa as campanhas do Left 4 Dead como expansões, e consegue jogar campanhas de ambos os jogos executando Left 4 Dead 2 no computador. Nos consoles, precisa ter ambos os discos para isso.

Left 4 Dead 2, como disse, trás a sequência da história do primeiro jogo com novas campanhas. Os gráficos melhoraram um pouco comparado com o primeiro. Novos personagens e outras melhorias foram acrescentadas ao jogo. E, as campanhas de Left 4 Dead no segundo jogo utilizam as melhorias, como os novos infectados, por exemplo.

No geral, Left 4 Dead é uma franquia legal de jogar. Ainda mais com amigos, para fazer zoeira.

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Servidores de Roleplay na Mira da Rockstar

Olá, gamers. Tudo bom? Hoje lhes trago um assunto que já vem sendo comentado há um bom tempo. A Rockstar Games(chamada por mim de LixoStar Games) mirando servidores de Roleplay no GTA V.

Primeiramente, o que é roleplay? Roleplay significa interpretar papéis, seja em um jogo RPG ou até um jogo mais simulador.

E, em GTA V, tem servidores como o Cidade Alta, que provê para vários players, uma maneira diferente de jogar, criando uma vida virtual dentro de GTA V, com um sistema totalmente alterado comparado com GTA Online. Cidade Alta é um servidor completo de roleplay gerenciado pelo pessoal da LOUD eSports & Mídia, contando com vários jeitos de jogar, várias tarefas e outras coisas.

E é justamente esses servidores que a Rockstar Games(sempre ela, não cansa de fazer besteira) está mirando agora, pois com o pessoal jogando RP, o GTA Online fica mais vazio, com menos players, Rockstar ganha menos dinheiro.

Se bem que, isso é esperado da Rockstar Games, depois da reunião de Zoom da Take Two na E3(a pior apresentação de todas). É claro, ela quer que o povo fique pagando cartões tubarão, ao invés de terem liberdade de jogar onde quiserem.

Para quem gosta, vale a pena acessar o Cidade Alta e dar um pushback na Rockstar Games. Atitude mesquinha merece pushback.

terça-feira, 13 de julho de 2021

Dia do Rock: Jogos Para Roqueiros

Olá, gamers. Tudo bom? Hoje é 13 de julho, o famoso Dia Mundial do Rock. E para não deixar essa data passar, aqui vão alguns jogos para roqueiros, para você se divertir nesse dia.

O primeiro é Rock Band 4, um jogo de música criado pela Harmonix Music Systems, após se separar da Red Octane, quando desenvolvia o Guitar Hero.

Rock Band 4 é o quarto game da franquia Rock Band, iniciada em 18 de dezembro de 2007, um jogo de música que permite jogar com vocais, guitarra, baixo e bateria. Na terceira versão do game, pode jogar com teclados também, mas foi removido na versão 4. O jogo possui mais de 6000 DLCs retrocompatíveis, ou seja, comprou DLC antiga, pode jogar na versão nova.

Graficamente, Rock Band é um show visual, o jogo é muito bonito e tem muita música para se divertir jogando.

Disponível para Playstation 4 e XBOX One. Com transferência grátis para Playstation 5 e XBOX Series S/X, basta baixar sua versão no novo console e baixar suas DLCs. Foi lançado em 6 de outubro de 2015, e estava na Brasil Game Show 2015 para testar o jogo. Inclusive, este que vos escreve testou o game.

Guitar Hero Live:
Guitar Hero Live é o novo game da franquia. Com um design mais simples e fundos com videoclipes, Guitar Hero Live se afasta dos jogos antigos, com uma pegada um pouco mais técnica, detectando até o tipo de palhetada usada(cima/baixo). Porém, Live não foi tão bom quando Rock Band 4, saindo muito da fórmula antiga. Não cheguei a testar, só vi sendo jogado em eventos e gameplays no Youtube.
Disponível para Playstation 4 e XBOX One. Devido ao desligamento dos servidores de clips, não sei se vai ter upgrade.

RockSmith:
Criado pela Ubisoft Game Studios, Rocksmith é o próximo passo nos jogos de guitarra e baixo. Possui um sistema chamado Real Tone Cable, que traduz o tom que você toca em dados para o jogo, para detectar o posicionamento das suas mãos em uma guitarra real. Sim, RockSmith requer que você tenha uma guitarra real em casa.
O jogo é muito bom, te ensina a pegar a manha para tocar guitarra, com várias músicas vendidas com DLC e com suas músicas do pacote do jogo.
Lançado para Playstation 4, XBOX One, PC, Playstation 5, XBOX Series S/X, ele vai te ajudar a treinar guitarra e aprender a tocar.

Existem também alguns emuladores que suportam modificações:
Clone Hero:
Clone Hero é talvez o emulador mais conhecido do sistema Guitar Hero/Rock Band. Possui Guitarra e Baixo apenas, mas uma alta compatibilidade com músicas, gráficos simples em 3D e várias e várias skins para o jogo, variando desde Guitar Hero clássico até o Rock Band 4.
Apenas PC, baixável via site.

Phase Shift:
Phase Shift, ao contrário de Clone Hero, deixa de ser simples e trás alguns modos de jogo a mais, como carreira, versus e outros. Possui um sistema de lista de músicas mais bem feito do que Clone Hero e é bem bonito. Já fiz review dele aqui. Belos gráficos, função de óculos 3D e compatibilidade com vários controles de console, como XBOX 360, XBOX One e Playstation 3. É conectar e jogar. Possui possibilidade de usar controles especiais como a Stratocaster Pro de Rock Band 3 e a Fender Mustang Rock Band 3 através do modo Pro Guitar/Bass, que veio de Rock Band 3.
Disponível para PC, baixável aqui.

Existem outros jogos, mas os focados em roqueiros com visual e músicas, além de guitarra são esses.

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Nintendo Switch: Joycons

Olá, gamers. Tudo bom? Hoje venho falar um pouco dos controles do Switch, os Joycons.

Os joycons são os controles mais básicos do Nintendo Switch. Eles vem desconectados do console quando o console é desembalado. Se fala joycons porque geralmente são comprados em pares e vem um par em um novo console.

Eles são classificados entre joycon esquerdo, que possui um direcional analógico, quatro setas, botões side L e side R, botão L e ZL, alem de + e o botão de screenshot. Já o joycon direito possui os botões A, B, X e Y, um analógico(que é o direito), botão -, ZR, SL, SR e botão HOME, além de um sensor no analógico.

Em relação a peso, os joycons são bem leves, feitos para segurar com uma mão cada. Não cansam o braço para segurar.

Já na ergonomia, quando usados na grip que você os encaixa para jogar, são bem confortáveis, mas jogar em modo de um joycon por pessoa é bem complicado. Por serem pequenos, pode ser complicado de segurar para algumas pessoas. Eu mesmo tenho esse tipo de problema. Usando os acessório adicionais que encaixam com a tira, ajuda um pouco.

Os joycons possuem sensores de movimento, giroscópio e acelerômetro, os quais são usados em alguns jogos como Mario Party e Mario Tennis. A resposta do sensor é boa. Dá alguns bugs, mas nada que atrapalhe a gameplay nesses jogos.

Os joycons tem alguns acessório que podem ser acoplados neles.
Um dos acessórios é a GRIP, que é basicamente um suporte para controle. O dono de Switch encaixa os joycons nela e usa os mesmos como se fossem um controle único. Vem na caixa do console.
Outro acessório é o Strap, que é um encaixável que tem dois botões adicionais e uma fita para colocar no pulso, a fim de evitar acidentes(veja os vídeos de acidentes do Wii). Vem dois straps na embalagem, um para cada joycon. Os straps são utilizados quando se joga com um joycon por jogador ou quando joga algum jogo de sensor, como Mario Tennis, Super Mario Party, RingFit ou jogos de dança.

E claro, como qualquer controle, os joycons também tem seus problemas. Foram relatados vários problemas de drift nos analógicos, que é quando o controle está parado e o personagem fica andando sozinho, dá pra resolver com uma calibragem dos analógicos. Outro problema é que os joycons podem perder conexão sem fio com o console, e isso é resolvido ressoldando a placa de sinal sem fio.

No geral, os joycons são bons controles. Por serem mais leves do que os Wii Remotes e os PSVR Wands, podem ser usados por mais tempo em modo de sensor.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Introdução Ao Home Theater

Olá, gamers. Tudo bom? Hoje venho trazer um dos assunto programados para o blog, Introdução ao Home Theater. Eu já estava programando para falar sobre áudio, já que este blog também fala sobre entretenimento além de jogos.

Então, vamos lá.

Home Theater significa Cinema em Casa, ou Cinema Doméstico. Tem esse nome por causa do ato de assistir filmes em casa, em uma sala equipada com um aparelho de home theater e um aparelho de televisão.

O Home Theater é composto por uma TV, que pode ser do tamanho que o usuário preferir e um equipamento de áudio. Algumas pessoas utilizam um aparelho de som, como um rádio, que geralmente possui entradas auxiliares para conectar o áudio da TV, equipamento de TV via satélite ou um reprodutor de mídia ótica(DVD ou Blu-Ray). Outras, utilizam equipamentos especializados de Home Theater, chamados Receivers(receptores) de Áudio e Vídeo.
E uma parcela do povo também compra equipamentos mais simples do que receiver e um pouco mais caros que rádios, o que eu chamo de Mini Home Theaters, como o Logitech Z906. São chamados de Mini porque são bem pequenos, contam com poucas funções e são feitos para quem não quer gastar muito dinheiro com isso. Eles tem o básico, que são cinco caixas de som pequenas e um mini subwoofer(caixa de som responsável por sons graves, explicarei mais à frente).

Para quem quer investir em um home theater, o que ele precisa ter? Um home theater precisa ter um local adequado, como a sala de uma casa ou apartamento, um sofá para o usuário, a família ou amigos assistirem e um equipamento de áudio.
A TV, como falei, pode ter o tamanho que o usuário quiser, não existe um requerimento de tamanho para considerar a TV parte de um home theater.
O equipamento precisa de uma central que recebe áudio para distribuir para as caixas de som e as caixas de som adequadamente calibradas. A central, dependendo do aparelho, pode ser uma mais simples com poucas funções(como o Z906), ou uma mais complexa, como um receptor de áudio e video de marcas famosas como Sony(Sony Muteki) ou Yamaha. Existe também o conglomerado Marantz, formado pelas marcas Pioneer, Denon, Onkyo e Marantz, cujos receptores são os melhores do mercado, trazendo boa potência e uma alta gama de funções e calibragens. Eu, como disse antes, possuo o Pioneer VSX-532, um equipamento hoje considerado de entrada da Pioneer, mas que tem muita qualidade de áudio.
Os equipamentos mais complexos possuem entradas de video HDMI(interface multimídia de alta definição) e RCA(plugues antigos, para equipamentos de áudio como CD Players ou video como DVD, também chamadas de vídeo composto). Não se usa mais entradas video componente nos receivers, todas foram trocadas pelas HDMIs, que possuem mais qualidade e uma melhor codificação(explicarei mais à frente).
Sobre as caixas de som, existem vários tipos, como bookshelfs(estante), torres e satélites. A modalidade satélite é utilizada em home theaters mais simples. Elas são pequenas, tem um limite de frequências que podem reproduzir, mas algumas tem uma boa potência. Eu uso cinco caixas satélite da Onkyo, de 120W, e meu aparelho é um Pioneer de 80W.
As Bookshelfs, ou caixas de estante, são melhores que as satélites, conseguem reproduzir uma gama mais alta de frequências. Elas são mais caras, saindo aproximadamente entre R$1.000 e R$1.999 por par, porém, melhor qualidade de som e maior alcance.
E, ainda nas caixas de som, temos as torres. As torres conseguem reproduzir todo o espectro de frequencias entre 20hz e 20khz e tem muita potência. Algumas chegam a fazer os aparelhos desligarem por alta temperatura(sim, os aparelhos esquentam com volume alto) por causa do volume.
Continuando nas caixas de som, uma outra parte de um home theater é a parte do impacto sonoro, e isso é dado por caixas de som especializadas em sons graves e subgraves, chamadas de Subwoofers. Elas são feitas para reproduzir sons abaixo de 150hz, que são os sons que dão mais impacto em filmes, como explosões, tiros pesados e outros elementos. E, eles se dividem em dois tipos. Sidefire e downfiring.
Subwoofers side-fire, ou side firing, são subwoofers cujo alto-falante fica na lateral, e são usados geralmente para ficar em estantes, não causam tanta trepidação.
Os DownFiring tem seu alto-falante na parte de baixo, e são feitos para ter impacto no chão do local. O som bate no chão e causa vibração na sala inteira, podendo até trepidar janelas. Aconselha-se usar janelas de partes presas(deslizar) quando se tem um downfiring na sala, o que vai evitar barulho causado pela trepidação(sim, trepidação de janelas causa barulho, ainda mais janelas de ferro).

A Calibragem:
Como calibrar um home theater? Os Home Theaters mais especializados(receivers) ou feitos para computador(minis/Z906) possuem um utilitário de calibragem e um microfone especializado:
No Z906 da Logitech, utiliza-se a calibragem de som do Windows, já que o Z906 é feito para quem quer usar no computador apenas.
Já em receivers, cada um tem o seu, como o MCACC da Pioneer, YPAO da Yamaha, Audyssey da Denon/Marantz e por aí vai.
O utilitário de calibragem vai emitir sons em ruído branco(MCACC) ou eletrônicos(Audyssey) a fim de testar e verificar quais frequencias que as caixas conseguem reproduzir, além de verificar a distrância em pés(Pioneer) ou metros(outros receivers) das caixas em relação ao microfone de calibragem. Após a emissão e captação dos sons, o utilitário vai fazer os cálculos necessários e apresentar uma configuração que o mesmo considera adequada, distância, volume e equalização, além de frequencia de crossover(frequencia que o som passa do subwoofer para as caixas de som).
Após os resultados, pode-se alterar as configurações se acha que não são adequadas.

A Instalação:
Para instalar um home theater, são três etapas. Conexão, Disposição das Caixas e Calibragem.
A conexão é feita conectando um cabo HDMI do dispositivo para o receiver, e um cabo do receiver para a TV. Quando se usa o áudio vindo da TV, pode-se usar o ARC(audio return channel), que é uma função do HDMI para retornar o áudio da TV para o receiver.

Disposição das Caixas de Som:
As caixas de som são dispostas como na imagem:

Sistema 5.1(cinco caixas de som e um subwoofer):
Uma no centro e duas equidistantes em 60º em relação ao ouvinte. Duas nas laterais que são as chamadas Surrounds(em torno). Subwoofer pode ser na frente ou na lateral.
No sistema 7.1, acrescenta-se duas caixas atrás do sofá.
E, em 9.1(7.1.2)/11.1(7.1.4), acrescenta-se caixas de som no teto, dispostas duas sobre o sofá e duas sobre a estante. Ou duas no meio da sala em 9.1.
No caso de 11.2, mantém-se a disposição e acrescenta-se um subwoofer a mais.
A numeração significa que, o que vem antes do ponto é o número de caixas de som, e o que vem depois é o número de subwoofers. Geralmente, a quantidade de subwoofers no sistema é definida pelo próprio aparelho de áudio(receiver), alguns possuem potência para dois subwoofers.
Essa disposição é feita para melhor experiência sonora, já que as caixas traseiras irão emitir sons que devem ficar nas costas.
 
O Home Theater e os Games:
Agora, vamos ao motivo pelo qual esta postagem está em um blog de games. Pode-se sim usar home theater para jogos. Em jogos de história como The Witcher, o jogador terá uma imersão maior ao jogar em Home Theater ao invés de fones de ouvido.
Dá para saber quais jogos são preparados para experiência em Home Theater, porque na capa, estará algo como Dolby Digital Plus ou DTS HD Master Audio(na capa de The Witcher 3 de PS4 está DTS HD Master Audio). Cada sistema utiliza-se de um estilo de mixagem, irei explicar sobre eles em postagens separadas.
Ao contrário de um filme, a mixagem para home theater em jogos é baseada na perspectiva sonora 3D, como a voz sai na traseira se o personagem estiver atrás do protagonista.
Outro jogo que pode se utilizar bem de um home theater e causar uma boa imersão é a franquia Rock Band. Jogar Rock Band com home theater é um espetáculo. Todas as músicas do jogo são mixadas para home theater, e você se sente no palco devido ao som do jogo.

O Foco Nos Filmes:
Indo para os filmes, alguns entusiastas mantém servidores de mídia e colocam centrais multimídia turbinadas por PCs com Kodi Media Center ligadas aos receivers nos cômodos da casa. Isso é discutido no fórum do Kodi.
Também pode usar softwares de streaming como Netflix e Amazon Prime Video e conectar um dispositivo compativel com esses softwares a um receiver para assistir filmes. O receiver vai detectar o formato de áudio vindo do sistema de streaming e emitir o áudio adequadamente.

Conclusão:
Para quem quer aprofundar um pouco, um home theater pode ser bom. Mas, precisa-se ver o quanto quer gastar com isso, pois um receiver mediano como o Pioneer VSX-532 não é barato. Irei falar mais sobre features dos receivers em outros posts da tag hometheater.